Acordei 8h30 porque o celular ficou aparecendo “insira o cartão”, bloqueado. E o chip tava lá. (com o Claro de vocês também acontece isso?).
Lavei toda a louça e vi que tinha muita verdura, legume e fruta, então escapei da feira :D Daí acordei minha irmã e ela ficou puta, porque tava muito cedo (10h). Fui, comprei bolinhos salgados pra mistura, fiz arroz (não secou direito ¬¬), fiz a Lais fritar hamburger e varri a casa.
Desmarquei com todo mundo que ia vir em casa hoje, porque achei meio mancada, meus pais cansados de viagem e a gente fazendo bagunça.
Daí eles chegaram, felizes e leves, com fotos lindas, camisetas e lembrancinhas, hahaha :)
Conclusões:
x Café da manhã? Nada. Quando morar sozinha, vou sentir saudade da minha família de sábado de manhã.
x Minha irmã se acomoda quando tem alguém pra fazer por ela, do mesmo jeito que não tive coragem de mexer na roupa, porque sabiam que eles iam voltar logo :P Mas isso é errado, eu sei.
x Não muda em nada morar sozinha quando se trabalha fora, tirando que não vai ter ninguém pra lavar a louça e a roupa. Mas isso também não foi nenhuma surpresa, e não alterou em nada minha vontade absurda de morar sozinha :D
Eles voltam amanhã na mesma hora que meus amigos vem aqui pra gente editar o vídeo de Paraty.
Eu não estou fazendo freelas porque a agência tem me cobrado bastante, e eu continuo fora de casa, sem sair durante a semana, estudando e trabalhando muito, como se eu ainda estivesse na faculdade (com a diferença de não ter de viajar pra São Bernardo todos os dias). Mas ontem peguei um freela “terceirizado”: um colega de trabalho fez o layout e pediu para que eu produzisse o html. Resultado: acordada até as 3 da manhã e dinheiro para a minha tatuagem *-*
Então hoje eu tô em zombie-mode, com vontade só de deitar, porque amanhã – querendo ou não – preciso fazer feira, arrumar o almoço e dar uma catada na bagunça.
Eu fiquei com preguiça de lavar roupa então nada de interessante aconteceu hoje (porque é sempre – no mínimo – divertido quando eu lavo a roupa), tirando o maravilhoso jantar da minha irmã. Ela pode casar agora que sabe fazer bife a parmeggiana, e me convidar pros almoços de domingo, lógico.
Depois de 8 anos, meus pais viajaram juntos. Da última vez, foi quando minha avó faleceu. Agora, eles foram para passear mesmo, ver o terreno da minha mãe em Iguape.
Depois de 8 anos, é a primeira vez que fico em casa sozinha com a minha irmã, e agora com o meu tio também. (meu tio é excepsional, é tipo uma criança *-*). Bom, pelo menos hoje em dia já sei me cuidar e cuidar dos dois. A última vez foi um desastre. É muito bom não depender de ninguém pra cuidar da gente.
Enfim, hoje foi um dia tranquilo. Fiquei o dia todo actionscriptizando e perdi a hora de vir embora. Mas tava tudo bem. Quando cheguei, minha irmã tava acabando de lavar a louça. Nossa, grazadeus. Tinha tanta louça…! Daí sequei tudo, fiz a janta, fizemos pão de queijo, jogamos Guitar Hero.
Minha mãe ligou no almoço e disse que achou um hotel pra dormir e andou na praia. Ela tava merecendo uma viagem de férias mesmo :)
Agora, casa toda trancada (porque a gente tem que pensar nos detalhes mais bestas que simplesmente não se preocupa todo dia), tudo arrumado e limpinho pra dormir e talz.
Um dia tava andando com a Lety e ela bem disse “Meldels! Tudo nesse mundo daria um curta!”, e ela bem falou uma verdade.
Hoje acordei, conversei com a minha mãe (que tá de férias, e confesso que demorei pra acostumar a conversar de manhã, mas agora já sei que vou sentir falta semana que vem que ela vai viajar), comi e vim pro trabalho dormindo.
Cada dia meu trabalho parece que está mais longe de casa.
Quando cheguei, atravessei a rua me forçando a acordar e ficar atenta aos carros e um moço entregava jornais. Eu não gosto de pegar jornais, eles sempre sobram na minha mesa e não sei o que fazer com eles.
“Good morning, darling. Do you want a newspapper?” (ou qualquer coisa com esse sentido, meu inglês é muito ruim)
“Thanks!” disse e passei apressada, mas sorrindo
“Oh, you are very wellcome!”
E eu me senti do lado do Neil Gaiman de novo, porque eu acho que ele falou mais “you are so wellcome!” (respondendo aos “Thanks for the sign” ou “Thanks for the photo”) do que assinou papéis (e ele atendeu 600 pessoas.)
Dai fiquei pensnado… já pensou se hoje fosse o dia de falar em inglês? haha, se eu chegasse no trabalho e as pessoas ficassem o dia todo falando em inglês? Ia ser muito divertido, mas tenho certeza que em duas horas estaria enjoada por não entender nada =P
Preciso parar de ver curtas, de fazer curtas imaginários OU comprar uma câmera digital. Hmmmmm….
É, eu tenho de escrever sobre a FLIP, mas nem sei por onde começar…
Bom, a semana foi um inferno, com tanta coisa na minha cabeça. Eu tava estressada, assustada e principalmente desesperada: Neil Gaiman viria ao Brasil pela FLIP, Festival de Literatura Internacional de Paraty, e eu não podia perder de jeito nenhum.
Com muito custo, conseguimos confirmar presença, comprar ingressos e arrumar tudo. Sexta-feira pegamos estrada, e, apesar do nojento tráfego de caminhões na zona leste, chegamos rápido a Ubatuba.
No outro dia levantamos cedo e fomos pra Paraty. Meldeeels, que cidade linda! Era de se esperar para uma cidade turística e histórica que já serviu de cenário pra minissérie da Globo, mas ao vivo é tão melhor!
Quando retiramos os ingressos que compramos online, soubemos que não havia mais nada. Fiquei bem chateada. Só tinha ingressos pro telão, e eu achei muito estúpido pagar R$8 pra ver o cara de um telão. Só parei de reclamar quando vi que a tenda do telão era muito próxima a tenda dos autógrafos. Saimos antes de terminar a palestra pra correr pra fila do autógrafo.
Deu certo, esperamos uma hora prazeirosa, conversando com cariocas e paulistas que eram muito mais fãs que a gente, mesmo que a gente soubesse bastante coisa por causa da monografia (e se gabasse disso a todo momento). Até que a hora chegou.
Ensaiei o caminho todo: “My boss send you a kiss, so…” mas na hora sei lá o que saiu da minha boca. Sei que dei um bjo nele, e a Naru falou “Again!” pra poder tirar a foto e dei outro e ele deixou lá até ela tirar a foto! E a Naru derrubou uma xícara vazia de café. O Lucas explicou a monografia, e tiramos fotos nós quatro com ele, e ele assinou assim
“To Machina Comunicação: Never Stop Dreaming. Neil Gaiman”
E eu acho que vou tatuar isso em mim.
Entreguei um livro da Naru pra ele assinar e ele “Wait. You are Martha, and she is Nathália, i’m confused!” auheuhauheuah tão fofo, tão simpático!!!
Depois foi o Heron e ele derrubou água, mas só pegou nele mesmo, e não no Neil. Daí o autógrafo do Heron tem gotinhas d’água, hahahaha
E a gente saiu tremendo, todos felizes, como se tivessem tomado a última gota de coca-cola no deserto!
E ele falou que se a gente traduzir a monografia pro inglês ele coloca no site dele!!! *-* Omagad!
Se eu vi a Maddy, não reconheci =/
Também não reconheci o Nevermore, um amigo de internet que também foi no
evento =/
Depois a gente andou por Paraty, almoçou bem, comprou lembrancinhas, andou mais e fomos pra casa, dormir, acabados, esgotados e muito contentes! Mas muito!
Hoje acordamos tarde (dormi tão bem dessa vez em Ubatuba!), comemos no minero e viemos pra casa ^_^
Todo esse processo foi documentado por vídeo e fotos. As fotos estão com a Naru e serão adicionadas a esse post quando ela me passar e algumas com o Heron – e o vídeo está em DVD, mas vamos editar pra ficar beeem legal. – e também vou adicionar aqui, é lógico, e a Sopa terá várias fotos e o vídeo repetido, mas nem ligo!