Bodas de whatever

(14:45:26) Eduardo Miranda: feliz dia do primeiro contato \\//_
(14:45:57) Marta: \\//_
(14:46:06) Eduardo Miranda: só faltam mais 50 anos
(14:46:16) Marta: ESTAREMOS VIVOS PRA VER OMG CAN’T WAIT
(14:46:23) Eduardo Miranda: sim :~~~~~~
(14:46:35) Marta: nossa super vamos fazer cosplay com 75 anos
(14:46:52) Eduardo Miranda: óbvio
(14:47:04) Eduardo Miranda: EU VOU FAZER COSPLAY DE NIMOY VELHINHO :D:D:D
(14:47:11) Marta: :DDDDDDDDDDDD
(14:47:21) Marta: acho que aí a gente devia comemorar nossas bodas de whatever
(14:47:28) Marta: com uma festa
(14:47:49) Eduardo Miranda: certamente
(14:48:04) Marta: :D

Dois anos e meio nessa vibe… O que impede de ser mais 73? <3

Tatuagem nova \o/

Faz já dois anos e meio da minha primeira tatuagem, mas ao contrário da maioria, não fiquei viciada em me tatuar ou algo assim. Ao contrário, dado que eu sou uma pessoa muito impulsiva, achei melhor pensar muito antes de tomar o próximo passo.

Pensei e resolvi que queria o símbolo do Star Trek na canela. Mas as pessoas não podem ter duas tatuagens, precisa ser sempre número ímpar. Então resolvi que ia fazer duas carpas na canela esquerda representando minha mãe e irmã (ambas de peixes) e o símbolo do Star Trek com Marte dentro representando meu pai na canela direita.

Fiquei matutando a idéia e deixei os anos passarem.

Aí hoje, do nada, eu resolvi ver. Assim, fui na internet, procurei o que eu queria, imprimi e fui no estúdio. Entre a tomada de decisão e minha canela tatuada foi coisa de 1h30.

Tirei Marte de dentro porque fui no mesmo estúdio que fiz a outra e confesso que fiquei um pouquinho receosa de não ficar bom. É pequena e Marte teria muitos detalhes e seria meio escuro, meio avermelhado. Eu também teria de tirar essa estrela de dentro, que é o que designa o cargo de capitão. Achei melhor deixar só o contorno.

Não me arrependo, ficou muito bonitinha. Acho que o tatuador era novo, mas ele mandou super bem – inclusive gostei mais dele do que o cara das azeitonas.

Outro cara (que eu também não conhecia) fez uma tatuagem de 1up no tornozelo mesmo e ficou me ajudando a convencer que o tiozão que tatuava um tigre no braço que não era frescura minha: dói mesmo. E dói mesmo, mesmo, viu, gente. Tudo quanto é tatuagem que pega no osso dói. Fica a dica.

No mais, é isso. Os peixinhos ficaram pra uma próxima.

Sobre a chatice dos jogos de Star Trek

Isso é uma coisa que me intriga profundamente: todos os filmes (os onze) de Star Trek são legais. A série clássica é AWESOME e o Next Generation também é legal. Diferente de Star Wars e suas politicagens, Star Trek fala sobre conhecer e pesquisar novos mundos, novas civilizações, sem interferir na sua cultura, e indo audaciosamente onde nenhum homem jamais esteve.

E todos os jogos de Star Trek que já joguei até hoje são chatos feito o inferno. (isso exclui o Star Trek Online, que deve ser muito, muito legal, mas só tem pra PC e é caro).

Estou falando dos seguintes:

EGA Trek: Um jogo muito antigo, pra DOS, que o Paulo me mostrou. Mal tinha interface gráfica e você só colocava comandos e quantidade de coisas pra ganhar as batalhas. BORING. (Pode ser também que eu não tenha entendido nada e ache chato. Há alguma possibilidade).

Não se deixe enganar pela interface nerd. É boring.

Star Trek: Tactical Assault – Um jogo de DS que você mal dirige a nave. É o mesmo esquema, é de morrer de tédio. (pode ser que seja porque é de estratégia. E eu acho jogos de estratégia muito, muito, muito chatos mesmo).

Star Trek – Conquest - Jogo de Play2 que é pior que os dois anteriores. Eu joguei mais ou menos três minutos: escolhi de que lado eu tava, escolhi meu time, fomos para um campo de batalha que parecia… hexxagon. O Paulo falou que é mais rápido. Mas só de ver que eu ia mover e autalizar peças e meeeeh BORING.

hexxagon

Star Trek - Conquest

Então eu fiquei me perguntando: por que? Temos história, temos personagens fortes, poderíamos fazer um RPG ou algo tipo GTA, sabe? Volte pra casa, pegue uma missão, execute com sucesso, volte pra casa… Não parece ser tão difícil.

Mas não: insistem na estratégia. Insistem em “e aí, você vai adicionar força agora? Vai virar pra onde?” Porra, eu podia dirigir a droga da nave pros planetas logo e fazer as missões logo. Tipo Metal Gear, mas com menos discrição, porque o Kirk é foda e ele não precisa se camuflar.

De novo: pode ser que eu seja só uma newbie que odeia estratégia. Mas pô, continuo sendo público. Gosto da série. E a própria essência de Star Trek é MAIS que estratégia. É ação. E podia ser RPG fácil.

Alguma coisa pra me indicar?

ps. não comprei Starcraft ainda por medo de não jogar o suficiente para o preço valer a pena. Porque sei que tenho fases de jogar, não é algo tão contínuo quanto eu gostaria. Será que Starcraft diminuiria minha vontade de algo divertido de Star Trek ou não tem nada a ver?

Como Star Trek NÃO deveria ter acabado

Eu não costumo fazer posts assim, tipo tumblr-olha-que-legal-isso-que-achei-na-internet, mas esse vídeo é espetacular.

via @jrmoretti via @darthvader (o que torna tudo muito mais digno).

Ri LITROS. Porque apesar de ser trekker de coração, Star Wars é inegavelmente muito fodamente legal.

Ainda ontem tava passando na Rede Brasil (às 21h pra quem tem TV a cabo) o episódio da temporada clássica de Star Trek que tem a corte marcial do Spock e apareceu o capitão Pike (du-bla-do. E também passa Perdidos no Espaço. É a emissora de quem não saiu dos anos 70).  É impressionante como o JJ Abrams teve todo o cuidado com as características dos personagens – apesar de ninguém fazer o Kirk melhor que o William Shatner, porque afinal o Shatner não interpretava, ele era daquele jeito mesmo.

Sei que é um assunto meio old, mas eu realmente gostei bastante do filme novo (e só falta um dos 10 filmes velhos pra eu ver). Não foi herege pra mim: foi como seria se Star Trek fosse feito hoje. E eu me arrisco a dizer que, se não mais legal, é tão legal quanto Avatar.

Nerd time! \o/

Bom, muitos de vocês sabem de cor que eu sou nerd e a maioria de vocês sabem muito bem que eu amo de paixão ficção científica dos anos 70 e 80. Filmes como “2001″ e “Laranja Mecânica” alimentam essa paixão. “Arquivo X” também muito me agrada, eu preciso ver de novo os filmes do “Star Wars” (que já foge um pouco disso), mas “Star Trek”, cara, Star Trek é muito mega fodão!

Amo a fotografia, as cores, os cenários. Dá pra ver como tudo foi feito e como os roteiros eram um pouco diferentes naquela época. E nem tô fazendo esse post (só) pelo hype do filme: agora que acabou meu suprimento de Family Guy, comecei a assistir a primeira série de Star Trek. Daí dá pra notar todos os detalhes. Por exemplo, no quarto episódio, “The Enimy Within”, há um problema na super-legal plataforma de transporte e o Capitão Kirk é dividido entre sua parte “boa” e sua parte “má”.

Placa motivacional por minha conta ;)

Placa motivacional por minha conta ;)

Eu fiquei pensando como é que eles iam fazer para editar os dois ao mesmo tempo. Como que ele ia contracenar com ele mesmo. No começo eu achando o William Shatner super hiper mega bom ator, mas a série utilizou de vários artifícios: sempre que o mau aparecia era mais escuro; as roupas foram a maior parte do episódio diferente; as mudanças de personalidade eram até exageradas; o lado mau levou um arranhão E, nessa cena da placa motivacional, HAHAHA, os dois estavam um DE FRENTE pro outro, na exata MESMA LUZ, e olha só que bonito!

Adoro. Adoro ver como resolviam esses problemas de filmagem antigamente, adoro os roteiros, adoro os cenários, as roupas, as cores.

E daqui a pouquinho, o grande contraste com o filme, que deve estar bem diferente disso tudo, mas que provavelmente vai me grudar na cadeira mesmo assim :D

[editado]

Eu fui ao cinema ver o filme logo após esse post.

Sabe, uma das coisas que mais prezo no cinema é a forma com a qual o diretor vai adaptar o filme. E esse é meu único bom motivo para não ir assistir Dragon Ball, porque eu sei que descaracterizaram tudo.

Em Jornada nas Estrelas… não. O filme, que mostra como o capitão Kirk chegou ao comando com a tropa toda da Enterprise, é fiel ao antigo, quase como uma remasterização.

Tal melhora nos efeitos visuais se deve única e exclusivamente porque o público de hoje tem exigências diferentes do público daquela época (leia-se como fim da década de 60, começo da de 70). Assistindo os dois, assim, no mesmo dia, é notável como as coisas que chocavam o povo daquela época eram bem mais soft do que as que a gente precisa hoje em dia para se chocar. O filme tem muito mais ação, violência e sangue do que as seis horas de série que eu já vi juntas. Mas isso não tira o brilho nem o tesão de nenhum dos dois: é só diferente, adaptado para nossa época. Apenas isso.

(apesar de que a melhora no som, como bem disse o @P0L0, foi muito bem vinda. A série antiga tem problemas sérios com isso. E a hora no filme que ele saiu da nave e só dava para ouvir a respiração me remeteu automaticamente a 2001 – Uma odisséia no espaço, e lembrei como aquilo demonstra que a gente, no espaço, é vulnerável, que a gente não consegue nem respirar. Também foi lindo colocarem a trilha original nos créditos. Emocionante.)

Preciso dizer que estou sem palavras até agora? Ah, eu tenho uma palavra: obrigada ao freela que me permitiu comprar o iPod. Assim posso levar a série para assistir também fora de casa \o/

hnm ps: eu sou de pegar as lições de moral dos filmes e passar pra minha vida. E… foi difícil. E legal ao mesmo tempo. Vendo o filme, pensei “Puta já pensou KIDA se tivesse realmente uma confederação, assim, uma escola de cadetes de uma organização em paz que viajasse pelo espaço e todas as aventuras e tomadas de decisão e tudo mais que pudesse acontecer pelo caminho, onde nenhum estudo e treino foi o suficiente o bastante?!”. Daí notei que eu sou minha própria Enterprise.