Era uma corrida vum! vum! de patins com foguetes de velocidade superavançada e vários competidores desconhecidos. Então ele colocou seus calçados especiais/espaciais de patinador veloz e vum! vum! ia desviando de todos, de pessoas cachorros lixo obstáculos, esperando o sinal para seguir, respeitando para parar.
Agora era uma ladeira, uma descida, e ele esquiava, squeeeesh, e o vento batia nos seus cabelos e ele era o herói do mundo.
E pulava os obstáculos, escalava montanhas, subia e escorregava pow! bum! como nos quadrinhos.
Pronto, missão completa, estava na nave mãe.
O computador central com voz de mulher sem sentimentos (quais ainda têm hoje em dia?) dava instruções claras: “A faixa amarela é a sua segurança”. Viu a faixa no chão e deu um passo para trás. Só avançou quando a sub-nave chegou e, num ruído automático, sheep, abriu as portas.
Sentou-se enquanto outros sentavam ou ficavam em pé. Acompanhou as notícias, o horóscopo, o tempo e as dicas de moda dos monitores coloridos. Warp 3 ou 4? A viagem era rápida e estava escuro lá fora porque todos sabem que a velocidade de dobra é maior que a da luz.
Chegou ao seu destino e mais patinação, esqui, parkour.
Dever cumprido, dizia o diário de bordo do capitão da própira vida.
E descansou.




