Vida drops

Passando pra voltar pro TCC.

  • Amanhã tem QA do projeto grande e reunião de equipe. Tô pensando seriamente em matar facul pra conseguir terminar tudo no trabalho, senão vai dar merda.
  • Tô com o DS do Lucas até outubro. (busca básica no google pra achar os roms né, galera.)
    • Voltei a jogar MySims, mas travei: não sei jogar racketball nem pescar.
    • Comecei a jogar Pokémon, mas odeio o começo de qualquer pokémon
    • Viciei em Mario & Sonic at the Olympic Games, principalmente o trampolim e o tênis de mesa
    • Joguei quatromil minigames de Mario Party mas ainda não tive coragem de fechar de vez meu jogo antigo (tô no último mestre)
    • Instalei Nintendogs, meu golder retrovier chama Panda e ele é encantador *-*
    • Instalei Kirby Canvas Course, até joguei um pouco, mas já falei que o Panda sabe sentar e deitar? *-*
    • Descobri que vou precisar MESMO comprar um DS depois. Esse era um teste, mas viciei. Damn it.
  • De madrugada postando em blogs fazendo as capas do projeto de setembro.
  • Cadê outubro que num chega? Vermelho no banco esse mês.

Beijo, beijo.

Virei gente grande

É galera, agora virei gente grande de verdade mesmo. Quer dizer, só vou ser emancipada a partir de 26 de novembro, quando faço 21 anos, mas ao menos já vou começar muito bem!

No começo desse ano eu tinha dois objetivos: terminar bem o tcc e ser efetivada na Tribal. Ainda fiz mó drama pro Lucas, com medo de não conseguir, e ele, super sutil, se encheu de ironia e disse “Isso, Marta, a Tribal não vai te efetivar e você vai ficar desempregada pelo resto da vida!”

E então comecei a ver que, de fato, mesmo se a Tribal não me efetivasse, sem emprego é que num ficava mais :P Me esforcei, me matei, perdi minhas férias e comecei a colher frutos antes mesmo do projeto acabar, como vocês viram nos posts anteriores.

Mas a melhor notícia veio sexta-feira: fui efetivada! Com vale refeição e plano de saúde e tudo! Fui efetivada na minha área, fazendo o que eu gosto e ganhando bem o suficiente pro plano do ano que vem: morar sozinha :D

Pergunta se eu tô feliz?! hahahah xD

Aproveitando o post…

É, o TCC voltou a engasgar. Quer dizer, nem é o trabalho em si que tá engasgando, mas o nosso comportamento. As coisas andam… [procurando a melhor palavra] … ai, eu num sei, de repente a gente tá gritando e dai saem pra viajar e poxa… u_u. Eu resolvi que ninguém mais vai me tirar do sério, que ninguém mais vai gritar comigo e me irritar. Lógico que num vou parar de falar o que penso; apenas num vou mais ficar nervosa nem gritar de volta. Isso num tem ajudado.

E a balada foi uma droga. Nem vi a cor da tekila, minha irmã se divertiu com os amigos dela (o que é ótimo, mas eu devia ter levado alguém também) e num dava pra pisar na droga da pista. Agora é sério: nunca mais volto no Mezanini. Nunca!

Ano de eleição. Saco.

Como vocês sabem bem, essa semana foi meio cansativa, e fiquei feliz que ao menos hoje ia poder dormir até um pouco mais tarde e por o sono em dia. Deitei as 10h, mas peguei no sono era mais de 1h da manhã.

Pena que hoje de manhã um comíssio político achou que era uma boa idéia se encontrar na rua de casa com um carro de som gigante. Lógico que me acordou.

Olha, não sou obrigada a ouvir isso. Eu posso desligar a tv, colocar um cd no rádio (ou passar pro mp3), mudar de site quando vejo campanha, mas não posso parar de ouvir e voltar a dormir se tem um filhodumaputa no portão de casa com um carro de som maldito.

Acho errado, acho que devia ser proibido, que nem a lei anti-poluição visual de São Paulo. Eu moro em Diadema e aqui não tem nada desse tipo. Querem mais é gritar. Querem letreiros  maiores. Porque Diadema é feia ainda, e os letreiros escondem.

Sempre fico em dúvida do que ouvir: o sertanejo do meu vizinho de baixo, as pregações da igreja envangélica que tem um pouco depois ou esses malditos carros de som. Será mesmo que eu sou obrigada a ficar com fone de ouvido até dentro da minha própria casa?

(nesse exato momento passa mais um carro de som gritando um rap idiota e um número para votar. Anoto os números. Para não correr o risco de votar neles).