Conheça Muramasa: The Demon Blade

Quem é nintendista sabe o sofrimento que é achar um jogo que preste. Digo, os da própria Nintendo são geralmente bons. Que o diga Super Paper Mário, que mesmo sendo velhinho, tem me divertido horrores. Até o Mario Kart, que eu detestava, ocupou partes da minha noite. Mas meu Wii teve o deleite de conhecer um jogo de outra companhia que é espetacular: Muramasa.

Feito pela Vanillaware, Muramasa é um jogo de 2009 que conta a história de dois ninjas que podem forjar suas próprias espadas. Cada espada tem um poder especial.

Por causa da sua sede de poder, ocorre um conflito com espadas imensamente poderosas, as Demon Blades. As espadas são amaldiçoadas e trazem loucura, tragédia e mortes prematuras. À medida que o caos se espalha a partir do conflito, as criaturas do submundo são convocados por essas lâminas, junto com os Deuses do Dragão e Demônios.

(via Wikipedia)

Primeira coisa sobre Muramasa: é lindo. É um jogo em 2D com traço japonês e animações espetaculares, tanto de gameplay quanto de CG. No CG, inclusive, há a dublagem dos personagens, recurso muitas vezes deixado de lado em jogos para Wii e DS.

São muitos diálogos, é claro, pois é daqueles jogos que você mais assiste do que brinca. Mas brincar também é muito divertido. Mesmo usando o nochuck e o wii mote, não é necessário se mexer o tempo todo. Basta andar, pular e atacar, como qualquer bom e velho videogame sedentário.

As instruções, como todo jogo, são passadas em forma de tutorial no início. Os movimentos são lindos e a jogabilidade é simples, o que te faz olhar para a tela e pensar “Eu tô fazendo isso? Virei ninja!”.

A tela em si e os mapas também merecem destaque. O mapa tem três modos de visualização e indica mais ou menos qual a direção que você deve tomar, mas o jogo é muito extenso e você pode andar livremente pelo cenário (se tiver força o suficiente para passar os chefões e as barreiras). Dá gosto de andar, descobrir a história e evoluir o personagem.

Muramasa é daqueles jogos longos que os gamers de verdade ficam algum tempo admirando e se divertindo enquanto jogadores de Wii brincam com seus casuais. É mais ou menos como a última página das Palavras Cruzadas: “Experimente essa direta no nível difícil”. O problema é que eu estou experimentando, gostando e quero cada vez mais um console de verdade.

Super Paper Mario: eu gostei

Resolvi comprar jogos para passar o feriado e meus amigos gamers não me recomendaram Super Paper Mario. “Ninguém que jogou gostou”. Comprei de teimosa e porque queria jogar já há alguns meses.

Importante dizer, antes disso, que joguei Super Mario Land 3D em um 3DS – assim você sabe que não jogo só jogo velho. Achei incrível! Eu nunca tinha jogado em um 3DS antes e a tela em 3D ajudou a entender o cenário com gráficos 3D. A regulagem da profundidade com slider também é bacana para quem se incomoda a longas exposições à tridimensionalidade e o controle de movimentos é bem mais confortável por não precisar apertar. O jogo também é muito bacana: um action gostoso e nostálgico com andar, pular, matar e as novidades que cada versão apresenta.

Voltando ao Super Paper. Eu nunca tinha jogado nem vi reviews, gameplays ou trailers. Só vi a capa. Mesmo assim, sou grande fã da franquia (menos dos Mario Kart e só Deus pode me julgar) e daquelas jogadoras casuais que demoram até pra ver jogos de Wii lançados 4 anos atrás.

Os primeiros vinte minutos do jogo são história. É muita história. Claro que é bonitinho, tudo animadinho, mas não tem som de fala, só balão. Enche o saco ler tanto. Conta que Count Bleck, o cara do mal, seqüestrou a Princesa Peach, o Luigi e o Bowser e os aprisionou no reino dele. Ele quer destruir todos os mundos. A única forma de impedi-lo é reunindo os oito corações lendários que podem ser encontrados entre as diversas dimensões pelo herói da lenda, que usa um chapéu vermelho, macacão azul e um belo bigodão.

Tudo isso foi explicado por um dos magos e pela Tippi, uma Pixl, (lembra o Navi de Zelda. Quando vi, quase gritei “HEY LISTEN!”) que acompanha nosso herói e ajuda a explorar o cenário. Então Mario precisa viajar por oito mundos para conseguir os próximos corações. Cada coração libera o próximo mundo. E cada mundo é um capítulo, dividido em quatro partes. Joguei o primeiro mundo hoje.

A jogabilidade é excelente. É daqueles jogos que você usa o controle de lado, como Donkey Kong Returns, o que cansa muito menos. Só é necessário apontar para a tela para tirar dúvidas ou ativar elementos escondidos. Os botões são bem explicados e sempre tem um guia quando necessário.

Mas o que mais gostei mesmo foi o estilo puzzle. Em Super Paper Mario você vê tudo em 2D mas tem a opção de visualizar em 3D. dessa forma, vê elementos escondidos no cenário e resolve os desafios.

A inteligência para jogar se desenvolve rapidamente. De repente você começa a procurar as respostas de forma quase automática, seja vendo tudo em 3D, procurando com o controle na tela, indo e voltando pelo cenário. Aí fica gostoso. E bem nessa hora chega o chefão. O primeiro foi fácil de enfrentar, comparado a outros primeiros-chefões. Aí você ganha o coração e volta para o cenário principal para liberar o próximo mundo.

Com uma história bem amarrada, Super Mario Paper oferece horas de diversão para um único jogador. É uma mistura de RPG (pela vida do Mario e dado que ele evolui, ganhando mais pontos de vida e ataque), action (anda, pula, mata, essa coisa clássica e em 2D para ser ainda mais nostálgico) e puzzle (procurando as respostas de tudo quanto é jeito). No segundo mundo, Peach entra no time com atributos diferentes do Mario, então você também precisa mudar os personagens para resolver os quebra-cabeças.

É para todos os gostos. E pode ser por isso que não tenha agradado. Não sei. Mas enquanto vocês jogam coisas sérias e importantes, tenho um universo muito fofo em 2D para salvar. Até mais.

#postindevido

não tenho estado muito em casa ultimamente
nem me lembro quanto tempo faz
aprendi a não olhar pra trás

eu conto as horas que passam
eu conto estrelas no céu
na solidão das noites sem graça
nos quartos de hotel

Quinta feira passada, à noite, eu estava num hotel (com agá), mas essa música não passou pela minha cabeça.

Parece que foi ontem. Parece que chovia.

Quinta passada foi quando tudo começou.

Mentira, tudo começou há sete anos atrás. Mas isso faria a história muito longa. Então vou de sete anos para sete dias para não cansar vocês.

Eu tava lá, de boa no meu mundinho solitário, me achando a última bolacha do pacote, a coca-cola gelada do deserto, quando ele surgiu e falou “Dorme comigo hoje” (não foi uma pergunta, foi uma afirmação) e somehow eu tava nas mãos dele antes do amanhecer (em todos os sentidos).

(Ah! Seria tão bonito parar por aqui! Queria estar vendo passarinhos verdes até agora!)

Então, apaixonei. De novo. Ou pela primeira vez.

O plano não era esse, sabe? O plano, aliás, executado com sucesso, era ter uma noite legal e continuar seguindo nossas vidas cada um na sua que tava ótimo. Fiz um post incrível e muito divertido que vai ser postado daqui há meses. Fevereiro, acho. Pra sair do timming.

Só que eu fiquei pensando em como… enfim, no quanto eu gosto dele. Você sabe como é. Depois de um tempo você vê as coisas de um jeito diferente. Como no fim dos filmes onde a menina despreza o melhor amigo pra depois ver que era ele o amor verdadeiro dela. Que nem em Espanta Tubarões.

Mas aprendam, crianças: nunca brinquem com um escorpianino de ascendente em aquário a não ser que tenha culhões. Eu, que não sei nem brincar, mal posso cantar as músicas dos Paralamas do Sucesso, mas resolvi descer pro play.

Se você lembrar, se quiser jogar
Me liga, me liga

Perdi, né? Consegui piorar as coisas em uma escala tão homérica e fuderosa que dá até vergonha falar oi no MSN. Sabe como é, uma auto-vergonha-alheia.

Por isso essa tristeza toda no twitter. Justificada para desabafar e para agradecer ao carinho dos seguidores <3

Não posso culpá-lo. Eu queria poder dizer que a culpa é toda dele. Mas não é.

Já vai passar.

Eu, que não sei perder, perdi o sono
Na escuridão. Na escuridão.

Fim. Obrigada.

ps. Oi Paty o/ Se você leu até aqui, sabe que eu não te contei isso. Eu não contei no começo porque ia ser difícil explicar que tava tudo bem e não contei depois porque achei mancada compartilhar só quando eu tava zuada. Mas vamos beber uma cerveja (ain, bebi demais ontem, a gente pode só sair, ou trocar email, you know) que eu te explico melhor.

ps2. Olá você. Se você leu, saiba que eu não sei jogar. Por isso eu toco a real. Eu entendo se você nunca mais quiser me ver. Tô com vergonha. Mas você sabe como são os mimimis: eles vão passar. Minha mãe me xingou muito. Falou que eu fui estúpida, que eu te joguei fora, que agora eu que me foda sozinha aqui. Mas não é assim. É que muita coisa mudou. Well, nevermind. Desculpa qualquer coisa aí.

ps3. Pessoas que não queriam ter lido esse post: A) Não falem dele comigo B) Unsubscribe o RSS e C) Desculpem, mas eu precisava escrever.

OMFG Coraline!

Olá, esse é meu post atrasado 2 de 3. Sim, estou relapsa pra blog. Meu trabalho anda chato, e se eu parar pra blogar, fodeu.

Bom, todo mundo aqui sabe bem (por favor, né) que eu sou completamente apaixonada pelo Neil Gaiman e pelo trabalho dele desde quando soube que ele existia, pra fazer meu TCC.

Então junta ele e o diretor do Estranho Mundo de Jack pra fazer um stop motion. Entrei em choque.

Por meses, acompanhei tudo que foi coisa de Coraline (menos o livro em si ¬¬): os trailers, as entrevistas, os making-off, até uma entrevista que o Gaiman deu numa rádio na putaqueopariu e eu entendi só algumas coisas. Eu fiquei meio com medo de ser que nem “Deu a Louca na Chapeuzinho” (vale uma comparação dessas?), que o trailer mostrava todas as cenas boas do filme.

Daí eu vi que lançaram o jogo pra DS de Coraline. Não me aguentei. Baixei na hora e comecei a jogar. Adorei o joguinho, foi o mais rápido que fechei, umas 3 semanas. E é a história do filme, então fiquei com medo de me arrepender de ter jogado.

Fomos eu, Heron e Pôlo (nossa, estou convivendo com você hein! :D que bom!) num cinemark 3D assistir.

Eu nunca tinha ido num cinema 3D antes e os trailers já eram muito divertidos e encantadores.

Mas quando começou… só aquela abertura do filme… nós três esquecemos que havia mundo (e pipoca e refrigerante) e ficamos lá, grudados na cadeira, observando toda aquela beleza acontecendo bem na nossa frente, quase sem respirar e com certeza sem se mexer.

Foi mágico. Intenso. Inexplicável.

Eu não vou falar sobre o filme, eu não consigo. Você tem que ir lá, num cinema 3D e sentir tudo aquilo.

Te garanto que tu num vai se arrepender nem um centavinho.

(e até hoje, quando eu imagino alguma cena que nunca vai acontecer, aparecem botões no lugar dos olhos das pessoas…)

Minhas férias parte III

Esqueça tudo que escrevi ontem. Passado o tipo de tédio e sensação ruim, foi tudo ótimo. Minha mãe até riu e talz. Vi TV, descansei, essas coisas.

Hoje não pensei besteira nenhuma vez \o/ Tirando as besteiras que eu me autorizo a pensar porque sei que não me fazem tão mal e vão passar logo. E também é divertido. Enfim :P

Tô MEGA preocupada com o TCC. A cena que eu tô fazendo é mais difícil do que eu pensava e – desculpa, Lu – eu xinguei absurdos o Lucas por ter feito com camadas de Hue/Saturation no Photoshop e só parei de xingar quando pensei na possibilidade de salvar vários jpgs diferentes e fazer alphas neles. Tá feio ainda. E eu tenho de fazer isso, um blur, e as palavras mexendo, e os códigos de coisas mexendo estão dando pau e ainda tem a peça gráfica! OMG… *apavorada* Amanhã é quarta já, de quarta tem reunião, e eu acho que eu vou ficar acordada hoje e quinta fazendo pra sexta poder mostrar várias coisas pro Sérgio…

A pior parte é que eu tô MEGA cansada e às vezes fico pensando se valeu mesmo a pena eu ter tirado essa folga agora… E depois de muito pensar, cheguei à conclusão que ia me arrepender se folgasse ou não, então, que se dane

Nintendo DSE o que mais ajuda a não fazer nada de TCC (é, eu tô travada ontem e hoje), além do Snoopy (lógico, e ele tá cada dia mais fofo e mordedor *-* e ele tá parando de chorar, o que faz dele o cachorro perfeito *-*), foi que meu pai queria ir ao shopping comigo pra eu escolher meu presente de aniversário (dia 26/11) e Natal. Ele queria me dar uma cadeira da Tok&Stok (chique!), porque mesa pro computador eu já tenho. E no caminho ele contou que eu podia escolher o que quisesse. Então deixei a cadeira pro Natal e fiquei pensando…

Eu pego o DS? Fiquei pensando porque já fazia algum tempo que o do Lucas (ele me emprestou quando comprou o PSP) estava encostado. Mas… Peguei, #prontopeguei. LEEEEEC, agora eu tenho um DS de verdadeeee! xD Meu pai pagou ele e o R4, e eu paguei o mini SD e o The Sims original pra PC pra minha irmã. Cara, é muito legal! Eu joguei DS algum tempo com emulador, depois joguei muito tempo o DS do Lucas mas ter um meu e ter um novo é muito gostoso!

As diferenças entre os DS do Lucas e o meu, novo. Deve ter alguma configuração pra brilho, não é possível...

Já baixei trilhões de jogos de DS (cuidado com as pop-ups), e a bateria está no vermelho. Quando ela acabar, tenho de fazer a primeira carga, por seis horas. (talvez aí eu pare de jogar pra dormir ou algo assim aeuhauheuahe)

Pronto, essas eram as novidades. Agora vou voltar pro TCC…