Era o quinto dia de fevereiro, uma sexta-feira, e eu me sentia triste e sozinha. Sozinha porque minha companhia adoeceu e triste pela solidão. Estava em um trabalho novo há poucos dias e fazia experiências de caminhos para casa. Por isso, mesmo sem companhia me dirigi para a Paulista saindo da estação Pinheiros de trem. Desci na Cidade Universitária e [...]
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