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	<title>Compulsive &#187; amor</title>
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	<description>Viciada compulsivamente no dia-a-dia.</description>
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		<title>#postindevido</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 19:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[burrice pura]]></category>
		<category><![CDATA[conquista]]></category>
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		<category><![CDATA[meu namorado me trocou por uma partida de RPG]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>

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		<description><![CDATA[não tenho estado muito em casa ultimamente nem me lembro quanto tempo faz aprendi a não olhar pra trás eu conto as horas que passam eu conto estrelas no céu na solidão das noites sem graça nos quartos de hotel Quinta feira passada, à noite, eu estava num hotel (com agá), mas essa música não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>não tenho estado muito em casa ultimamente<br />
nem me lembro quanto tempo faz<br />
aprendi a não olhar pra trás</p>
<p>eu conto as horas que passam<br />
eu conto estrelas no céu<br />
na solidão das noites sem graça<br />
nos quartos de hotel</p></blockquote>
<p>Quinta feira passada, à noite, eu estava num hotel (com agá), mas essa música não passou pela minha cabeça.</p>
<blockquote><p>Parece que foi ontem. Parece que chovia.</p></blockquote>
<p>Quinta passada foi quando tudo começou.</p>
<p>Mentira, tudo começou há sete anos atrás.  Mas isso faria a história muito longa. Então vou de sete anos para sete dias para não cansar vocês.</p>
<p>Eu tava lá, de boa no meu mundinho solitário, me achando a última bolacha do pacote, a coca-cola gelada do deserto, quando ele surgiu e falou &#8220;Dorme comigo hoje&#8221; (não foi uma pergunta, foi uma afirmação) e <em>somehow</em> eu tava nas mãos dele antes do amanhecer (em todos os sentidos).</p>
<p>(Ah! Seria tão bonito parar por aqui! Queria estar vendo passarinhos verdes até agora!)</p>
<p>Então, apaixonei. De novo. Ou pela primeira vez.</p>
<p>O plano não era esse, sabe? O plano, aliás, executado com sucesso, era ter uma noite legal e continuar seguindo nossas vidas cada um na sua que tava ótimo. Fiz um post incrível e muito divertido que vai ser postado daqui há meses. Fevereiro, acho. Pra sair do <em>timming</em>.</p>
<p>Só que eu fiquei pensando em como&#8230; enfim, no quanto eu gosto dele. Você sabe como é. Depois de um tempo você vê as coisas de um jeito diferente. Como no fim dos filmes onde a menina despreza o melhor amigo pra depois ver que era ele o amor verdadeiro dela. Que nem em Espanta Tubarões.</p>
<p>Mas aprendam, crianças: nunca brinquem com um escorpianino de ascendente em aquário a não ser que tenha culhões. Eu, que não sei nem brincar, mal posso cantar as músicas dos Paralamas do Sucesso, mas resolvi descer pro play.</p>
<blockquote><p>Se você lembrar, se quiser jogar<br />
Me liga, me liga</p></blockquote>
<p>Perdi, né? Consegui piorar as coisas em uma escala tão homérica e fuderosa que dá até vergonha falar oi no MSN. Sabe como é, uma auto-vergonha-alheia.</p>
<p>Por isso essa tristeza toda no twitter. Justificada para desabafar e para agradecer ao carinho dos seguidores &lt;3</p>
<p>Não posso culpá-lo. Eu queria poder dizer que a culpa é toda dele. Mas não é.</p>
<p>Já vai passar.</p>
<blockquote><p>Eu, que não sei perder, perdi o sono<br />
Na escuridão. Na escuridão.</p></blockquote>
<p>Fim. Obrigada.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>ps. Oi Paty o/ Se você leu até aqui, sabe que eu não te contei isso. Eu não contei no começo porque ia ser difícil explicar que tava tudo bem e não contei depois porque achei mancada compartilhar só quando eu tava zuada. Mas vamos beber uma cerveja (ain, bebi demais ontem, a gente pode só sair, ou trocar email, you know) que eu te explico melhor.</p>
<p>ps2. Olá você. Se você leu, saiba que eu não sei jogar. Por isso eu toco a real. Eu entendo se você nunca mais quiser me ver. Tô com vergonha. Mas você sabe como são os mimimis: eles vão passar. Minha mãe me xingou muito. Falou que eu fui estúpida, que eu te joguei fora, que agora eu que me foda sozinha aqui. Mas não é assim. É que muita coisa mudou. Well, nevermind. Desculpa qualquer coisa aí.</p>
<p>ps3. Pessoas que não queriam ter lido esse post: A) Não falem dele comigo B) Unsubscribe o RSS e C) Desculpem, mas eu precisava escrever.<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>&#8220;-É grave, doutor?&#8221; &#8220;-É platônico.&#8221;</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/1144/amor-platonico/</link>
		<comments>http://blog.marta.preuss.nom.br/1144/amor-platonico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofias vãs]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[platônico]]></category>
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		<description><![CDATA[Ahhhh o amor platônico. Eu realmente não deveria falar sobre isso, mas infelizmente li meu Google Reader antes de postar e só sobrou minha alma nua. Se escrevo tudo que vivo, já devo ter falado sobre isso uma infinidade de vezes. É uma recorrência da minha vida. Foi um bom começo de adolescência acreditando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ahhhh</em> o amor platônico. Eu realmente não deveria falar sobre isso, mas infelizmente li meu Google Reader antes de postar e só sobrou minha alma nua.</p>
<p>Se escrevo tudo que vivo, já devo ter falado sobre isso uma infinidade de vezes. É uma recorrência da minha vida. Foi um bom começo de adolescência acreditando que o amor platônico era tudo que era necessário para se ter um namorado, um amor real. Acreditando até que o platônico era o real. Inocência.</p>
<p>Dez anos depois a gente, por mais que não queira tanto assim, sabe que não é por aí. Que existem filmes e existe a vida real. Que príncipe e cavalo branco não são parceiros de realidade, de vida, da mesma forma como não acordo todo dia como uma princesa. Afinal, ninguém quer viver uma ilusão.</p>
<div id="attachment_1145" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://donttouchmymoleskine.wordpress.com/2009/11/27/duracao/"><img class="size-medium wp-image-1145" title="bed" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2009/11/bed-300x273.jpg" alt="Até essa foto é meio platônica pra mim hoje em dia." width="300" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Até essa foto é meio platônica pra mim hoje em dia.</p></div>
<p>Mesmo assim, receio ser dessas pessoas que quase sabe o que é um amor platônico e um real. Que o platônico nem deveria se chamar amor, por não ser real. Paixão, talvez.</p>
<p>O gostoso da paixão platônica é que é como um quadro de um lugar lindo que você nunca foi: é gostoso de olhar e se imaginar ali. E o triste é que talvez você nunca irá. Um amigo dizia que tinha gente que era tão bonita que era para ficar na estante e nunca ser tocada. Eu chamei de &#8220;areia demais pro meu caminhãozinho&#8221;, mas soou pejorativo. Tanto faz. Essa euforia toda por alguém que você mal conhece deveria ter algum remédio.</p>
<p>&#8220;- Ele deve ter chulé.&#8221;<br />
&#8220;- Eu não ligo nem se ele tiver bafo.&#8221;</p>
<p>Eu vou me arrepender pra sempre disso, mas na hora não: uma vez eu tive um baita dum amor platônico em um dos empregos que eu tive. No meu último dia, ele me deu um selinho no elevador. E acabou ali minha quota de realidade em platonisse. Tão triste. Queria ter gastado esse crédito com outras pessoas.</p>
<p>Eu comecei a procurar algo para ilustrar esse post e não há nada melhor do que o <a href="http://donttouchmymoleskine.wordpress.com" target="_blank">Don&#8217;t touch my moleskine</a> (um dos blogs mais lindos e fofos da humanidade). Nesse blog, a Daniela Arrais pergunta &#8220;O que é o amor para você hoje?&#8221;. Se ela perguntasse para mim, eu responderia: O amor pra mim, hoje, é platônico. O amor é o tipo de coisa que só é real quando a gente vive. Enquanto eu não vivo, aproveito as platonisses como se fossem reais, mas esperando no fundo que elas acabem logo e sejam substituídas pela realidade. Algo mais sólido e menos purpurinoso que a imaginação, é verdade, mas a realidade me agrada um bocado só por ser real.<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Um post intalado</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/280/um-post-intalado/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 04:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chororô]]></category>
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		<description><![CDATA[Não tô tudo isso de terrível, é só porque eu tô com muita vontade de postar isso. Pense pelo lado bom: eu poderia estar falando disso com você no MSN, mas tô desabafando no blog :) Fred, o gato azarado, no colo do Gaiman. E eu nem quero muito. Quero uma coisa que pra você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Não tô tudo isso de terrível, é só porque eu tô com muita vontade de postar isso. Pense pelo lado bom: eu poderia estar falando disso com você no MSN, mas tô desabafando no blog :)</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2008/05/neilgaiman_fred.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-281" title="neilgaiman_fred" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2008/05/neilgaiman_fred-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><br />
<em>Fred, o gato azarado, no colo do Gaiman.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p>E eu nem quero muito. Quero uma coisa que pra você é muito fácil. Eu quero ser sua, por três horas. Não é tão difícil.</p>
<p>Ai&#8230; o que eu tô falando?! Eu não sou uma das meninas-sem-nome que você pegou; eu sou a Marta! Eu mereço mais do que isso de uma pessoa, e a pessoa que me merecer, também merece que eu ofereça mais do que isso. E terá.</p>
<p>Quando eu tô meio perdida ou triste, leio o horóscopo do <a href="http://www.ego.com.br" target="_blank">Ego</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;A idéia para este período envolve uma consciência emocional maior de seu próprio valor, uma percepção mais concreta do que você deseja e dos recursos de que necessita para realizar seus intentos.(&#8230;) Num sentido negativo, cuidado para não comer em excesso, como forma de satisfazer ânsias e carências, atente para não gastar desnecessariamente, como forma de suprir sentimentos de vazio.&#8221;</p></blockquote>
<p>COMO FAZ ISSO?!</p>
<p><em>E, só pra eu não perder, porque eu sei que vou ler isso de novo:</em></p>
<blockquote><p>&#8220;Você já amou? É horrível, não? Você fica tão vulnerável. O amor abre o seu peito e abre o seu coração e isso significa que qualquer um pode entrar em você e bagunçar tudo. Você ergue todas essas defesas. Constrói essa armadura inteira, durante anos, para que nada possa lhe causar mal. Aí uma pessoa idiota, igualzinha a qualquer outro idiota, entra em sua vida. Você dá a essa pessoa um pedaço seu, e ela nem pediu. Um dia, ela faz alguma coisa besta como beijar você ou sorrir, e de repente sua vida não lhe pertence mais. O amor faz reféns. Ele entra em você. Devora tudo que é seu e lhe deixa chorando na escuridão. E então uma simples frase como &#8220;talvez devêssemos ser apenas amigos&#8221; se transforma em estilhaços de vidro rasgando seu coração. Isso dói. Não só na sua imaginação ou mente. É uma dor na alma, uma dor no corpo, é uma verdadeira dor-que-entra-em-você-e-o-destroça-por-dentro. Nada deveria ser assim, principalmente o amor.</p>
<p>Odeio o amor&#8221;.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.neilgaiman.com" target="_blank">Neil Gaiman</a>. <em>(eu tô ficando obcecada por ele. Esse negócio de TCC não faz bem)</em><strong>Similar Posts:</strong>
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