Regras do UNO Especial

Depois que começamos a jogar UNO desse jeito, não paramos mais. Todo evento é uma boa hora para UNO. E como somos um grupo grande (umas 10 pessoas), é o ideal.

Material necessário

2 baralhos de UNO misturados.

Jogadores

Pelo menos 4, quanto mais melhor. Dica: casais sentam separados. Isso evita corações partidos. O que acontece no UNO fica no UNO.

Objetivo

Ficar sem cartas na mão.

Como jogar

Cada jogador recebe 7 cartas.

O jogo começa no sentido horário. Uma carta do monte é virada. Se for uma carta especial (ver abaixo, inclusive 0 e 7), é descartada e outra é virada, até que seja uma carta simples de número.

O jogador observa, em sua mão, se tem uma carta com o número ou a cor da carta da mesa. Se tiver, ele joga. Senão, ele compra apenas uma. Se esta for correspondente, joga; senão, passa a vez.

Caso tenha apenas uma carta na mão, o jogador deve gritar “UNO!”. Caso não o faça, é obrigado a comprar duas cartas.

O jogo segue nessa ordem até o primeiro dos jogadores se livrar de todas as cartas da mão.

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Jump in

Quando o jogador tem na mão uma carta do mesmo número e mesma cor da que está na mesa, ele pode pular todos os jogadores e jogar sua carta, mesmo se for uma carta especial (note as observações abaixo). O jogo continua ao seu lado.

Cartas especiais

+2 – o próximo jogador compra duas cartas. Caso ele tenha qualquer outra de +2, pode jogar, de forma que o próximo compra 4 cartas e assim sucessivamente.
Se outra pessoa tiver outro +2 da mesma cor que a carta da mesa, pode efetuar o jump in. Neste caso, o seu próximo jogador é quem compra a somatória.

+4 – esta carta só pode ser jogada se quem a possui não tem nada nem da cor, nem do número da carta da mesa. O próximo jogador pode:

  • Duvidar – se ele estiver certo (quem jogou TEM uma carta para a mesa), quem jogou a carta compra +6; se estiver errado, ele quem compra +6.
  • Jogar outra carta de +4, tendo ou não a carta da mesa. Neste caso, o próximo jogador (que compraria +8) pode desafiar o primeiro que jogou o +4.
  • Comprar 4 cartas.

Cuidado ao efetuar jump in de +4. O único caso que permite não duvidar se o jogador tinha a carta da mesa é a defesa, sendo o próximo. Quem faz jump in de +4 afirma que não tem a carta da mesa também. Ao ser desafiado, quem perdeu compra todas e +2. Desafiar não é obrigatório.

Quem jogou por último escolhe a nova cor.

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Volta - Muda o sentido do jogo.

Multicolorida - Muda a cor do jogo.

0 (zero) - todos os jogadores obrigatoriamente passam as cartas da mão para o próximo, no sentido do jogo.

7 - quem joga tem a opção de trocar suas cartas da mão com outro jogador.

Divirta-se!

Jogadores com cromossomos XX

Rola todo um movimento TR00 entre os nerds, gamers, roqueiros e afins. Muita gente quer apenas a nata e descarta os N00B, os iniciantes, os bichos e os casuais. O que é uma pena. Um mercado hostil não dá tanto lucro quanto um mainstream e pode acabar facilmente.

Claro que isso não é o caso de nenhuma das categorias acima – nem mesmo dos jogos, um mercado nada frágil mas que os investidores insistem em olhar com insegurança. O caso é que rola um sexismo esquisito em video-game que perdeu nunca teve sentido.

Diferente de atividades físicas como correr, brigar, levantar peso e chutar bolas, video-game não precisa de muito além de coordenação motora e estratégia – elementos presentes em boa parte dos seres humanos, independente do sexo. Meninas sempre puderam jogar video-games igualzinho os rapazes.

Mas não jogaram. Mercado, talvez. Não sei. Posso falar do meu caso: meu pai não incentivava jogos em casa, diferente dos livros e computador. Não era para jogar. Eu até tive um Master System III mas foi minha mãe quem comprou.

Aconteceu que a geração continuou jogando e hoje muitos amigos ainda jogam bastante. E eu perdi anos e anos de paciência e coordenação motora. Então fico sem assunto entre os meninos.

Até que alguém muito inteligente e sagaz teve uma ideia incrível: ser a-menina-que-joga. Enquanto meninas que jogam simplesmente jogam, a menina-que-joga precisa se exibir e dizer o quanto é incrível o fato dela, uma menina, jogar video-game.

Problema nenhum pessoas começarem a jogar video-game. Problema nenhum meninas que precisam de atenção e carinho se meterem com o público alvo errado. Acontece. Mas isso tem gerado um atrito desnecessário que não faz bem para ninguém: gamers se fecham no mundinho achando que todo mundo que vem de fora não está interessado de verdade; meninas se frustram por não ter a atenção que queriam e voltam a falar que nerds são retardados.

Nenhum dos dois lados está certo e esse é um pensamento infantil. Sabe o que vocês deviam fazer? Ligar o Steam e jogar em paz.

Eu sou nerd fake. Não manjo nada de uma pá de coisa. O truque é simples: escute mais do que fale; ria das piadas e participe dos memes que não conhece e depois google secretamente sobre o que estão falando; pergunte sobre tudo, mas em particular. Faço isso há tantos anos que nem percebo mais, virou meu jeitinho.

Tenho plena consciência da minha fake-nerdice e de como sou fake-gamer, mas quer saber? Acho que o mundo anda binário demais. Eu sou mulher, não tenho tempo nem preciso ser uma coisa ou outra. Quantas vezes saí toda fofinha de casa ouvindo Symphony of Destruction? E por isso mesmo, apesar das minhas (super legais) camisetas fake-nerd-gamer, não me acho incrível.

Eu me divirto. E você?

ps. Tem review de várias coisas que joguei mês que vem com todo meu charme noob. Aguardem.

Conheça Muramasa: The Demon Blade

Quem é nintendista sabe o sofrimento que é achar um jogo que preste. Digo, os da própria Nintendo são geralmente bons. Que o diga Super Paper Mário, que mesmo sendo velhinho, tem me divertido horrores. Até o Mario Kart, que eu detestava, ocupou partes da minha noite. Mas meu Wii teve o deleite de conhecer um jogo de outra companhia que é espetacular: Muramasa.

Feito pela Vanillaware, Muramasa é um jogo de 2009 que conta a história de dois ninjas que podem forjar suas próprias espadas. Cada espada tem um poder especial.

Por causa da sua sede de poder, ocorre um conflito com espadas imensamente poderosas, as Demon Blades. As espadas são amaldiçoadas e trazem loucura, tragédia e mortes prematuras. À medida que o caos se espalha a partir do conflito, as criaturas do submundo são convocados por essas lâminas, junto com os Deuses do Dragão e Demônios.

(via Wikipedia)

Primeira coisa sobre Muramasa: é lindo. É um jogo em 2D com traço japonês e animações espetaculares, tanto de gameplay quanto de CG. No CG, inclusive, há a dublagem dos personagens, recurso muitas vezes deixado de lado em jogos para Wii e DS.

São muitos diálogos, é claro, pois é daqueles jogos que você mais assiste do que brinca. Mas brincar também é muito divertido. Mesmo usando o nochuck e o wii mote, não é necessário se mexer o tempo todo. Basta andar, pular e atacar, como qualquer bom e velho videogame sedentário.

As instruções, como todo jogo, são passadas em forma de tutorial no início. Os movimentos são lindos e a jogabilidade é simples, o que te faz olhar para a tela e pensar “Eu tô fazendo isso? Virei ninja!”.

A tela em si e os mapas também merecem destaque. O mapa tem três modos de visualização e indica mais ou menos qual a direção que você deve tomar, mas o jogo é muito extenso e você pode andar livremente pelo cenário (se tiver força o suficiente para passar os chefões e as barreiras). Dá gosto de andar, descobrir a história e evoluir o personagem.

Muramasa é daqueles jogos longos que os gamers de verdade ficam algum tempo admirando e se divertindo enquanto jogadores de Wii brincam com seus casuais. É mais ou menos como a última página das Palavras Cruzadas: “Experimente essa direta no nível difícil”. O problema é que eu estou experimentando, gostando e quero cada vez mais um console de verdade.

Super Paper Mario: eu gostei

Resolvi comprar jogos para passar o feriado e meus amigos gamers não me recomendaram Super Paper Mario. “Ninguém que jogou gostou”. Comprei de teimosa e porque queria jogar já há alguns meses.

Importante dizer, antes disso, que joguei Super Mario Land 3D em um 3DS – assim você sabe que não jogo só jogo velho. Achei incrível! Eu nunca tinha jogado em um 3DS antes e a tela em 3D ajudou a entender o cenário com gráficos 3D. A regulagem da profundidade com slider também é bacana para quem se incomoda a longas exposições à tridimensionalidade e o controle de movimentos é bem mais confortável por não precisar apertar. O jogo também é muito bacana: um action gostoso e nostálgico com andar, pular, matar e as novidades que cada versão apresenta.

Voltando ao Super Paper. Eu nunca tinha jogado nem vi reviews, gameplays ou trailers. Só vi a capa. Mesmo assim, sou grande fã da franquia (menos dos Mario Kart e só Deus pode me julgar) e daquelas jogadoras casuais que demoram até pra ver jogos de Wii lançados 4 anos atrás.

Os primeiros vinte minutos do jogo são história. É muita história. Claro que é bonitinho, tudo animadinho, mas não tem som de fala, só balão. Enche o saco ler tanto. Conta que Count Bleck, o cara do mal, seqüestrou a Princesa Peach, o Luigi e o Bowser e os aprisionou no reino dele. Ele quer destruir todos os mundos. A única forma de impedi-lo é reunindo os oito corações lendários que podem ser encontrados entre as diversas dimensões pelo herói da lenda, que usa um chapéu vermelho, macacão azul e um belo bigodão.

Tudo isso foi explicado por um dos magos e pela Tippi, uma Pixl, (lembra o Navi de Zelda. Quando vi, quase gritei “HEY LISTEN!”) que acompanha nosso herói e ajuda a explorar o cenário. Então Mario precisa viajar por oito mundos para conseguir os próximos corações. Cada coração libera o próximo mundo. E cada mundo é um capítulo, dividido em quatro partes. Joguei o primeiro mundo hoje.

A jogabilidade é excelente. É daqueles jogos que você usa o controle de lado, como Donkey Kong Returns, o que cansa muito menos. Só é necessário apontar para a tela para tirar dúvidas ou ativar elementos escondidos. Os botões são bem explicados e sempre tem um guia quando necessário.

Mas o que mais gostei mesmo foi o estilo puzzle. Em Super Paper Mario você vê tudo em 2D mas tem a opção de visualizar em 3D. dessa forma, vê elementos escondidos no cenário e resolve os desafios.

A inteligência para jogar se desenvolve rapidamente. De repente você começa a procurar as respostas de forma quase automática, seja vendo tudo em 3D, procurando com o controle na tela, indo e voltando pelo cenário. Aí fica gostoso. E bem nessa hora chega o chefão. O primeiro foi fácil de enfrentar, comparado a outros primeiros-chefões. Aí você ganha o coração e volta para o cenário principal para liberar o próximo mundo.

Com uma história bem amarrada, Super Mario Paper oferece horas de diversão para um único jogador. É uma mistura de RPG (pela vida do Mario e dado que ele evolui, ganhando mais pontos de vida e ataque), action (anda, pula, mata, essa coisa clássica e em 2D para ser ainda mais nostálgico) e puzzle (procurando as respostas de tudo quanto é jeito). No segundo mundo, Peach entra no time com atributos diferentes do Mario, então você também precisa mudar os personagens para resolver os quebra-cabeças.

É para todos os gostos. E pode ser por isso que não tenha agradado. Não sei. Mas enquanto vocês jogam coisas sérias e importantes, tenho um universo muito fofo em 2D para salvar. Até mais.

Coisas que ando jogando

Vocês não esperam que uma pessoa jogue em dois ou três anos o que vocês jogaram a vida toda né? Então ótimo, todo mundo perdoando minha noobice.

Also, esse post foi escrito em inglês noob no meu Playfire pra quem quiser corrigir meu engrish :) Mas achei por bem transcrever no Compulsive porque essa coisa de aniversário é old já.

:: Wii

Eu finalmente desbloqueei meu Wii. É bem legal essa história de vamos-salvar-o-mundo-das-cáries, mas eu tinha pagado R$600 por um console que eu simplesmente não estava usando e isso estava me irritando a níveis alarmantes. Então pode chamar de hipócrita que tanto faz.

Inclusive, se eu puder indicar uma loja de games no ABC é a Life Games (Na Marechal, 658, SBC. É o ponto Djalma Dultra do tróleibus e tem um Playstation2 inflado na galeria. Tel: 4124-9232/4123-0920). O pessoal é bem legal, tem de tudo lá e os preços são show de bola.

Aproveitei e comprei alguns joguinhos pra testar:

- Final Fantasy Crystal Chronicles Echoes of Time, que é um jogo muito fofo cheio de pessoinhas fofas :3 Eu tenho problemas sérios de coordenação motora pra me mexer e pular mas tô acostumando com isso rápido e o gameplay desse RPG parece me ajudar. A interface é boba de simples e, talvez por isso, parece ser mais divertido (e fofo) que o Final Fantasy X :P

- The Legend of Zelda Twilight Princess, que parece mais… sério? que os outros Zeldas. Acho que é porque o Link é mais velho :P Eu não joguei muito ainda mas foi bem legal montar a cavalo hahaha. Tô meio perdida na história e no mapa. Acho que foi a empolgação. Vou ver com calma depois.

- The Beatles Rockband, que eu já tinha jogado no xbox 360 e é igualzinho! Lindo, lindo de morrer. E a jogabilidade de Rockband é milhares de vezes melhor que Guitar Hero, na minha opinião. Ainda não joguei com a bateria nem com a minha irmã – e isso sim vai ser épico!

- E finalmente Star Wars The Force Unleashed e meodeos eu já começo sendo o Darth Vader matando todo mundo usando o wii mote como sabre de luz! *o* Fucking amazing, só digo isso! O jogo ficou lindo no wii também e eu posso destruir o cenário e, nossa, esse valeu a pena!

Pronto, agora tô tendo alguma diversão com o wii :)

:: Playstation 2

Parei de jogar play2 :/ Nem encostei mais no Final Fantasy X…

Mas hoje joguei Dance Dance Revolution e eu tenho de dizer que tô um cadin melhor :) Pode me chamar pro hard! hahahah

:: iMac

Tô tomando um remédio que me deixa enjoada, então sou incapaz de jogar Half Life 2 e não tenho jogado muito Left 4 Dead, apesar de matar uns zumbis com a galera de vez em quando.

Eu também baixei Plants vs Zombies (que arrisco dizer, é mais divertido no iMac do que no iPhone :P ) e GTA Sant Andreas, mas eu sou a pior jogadora de GTA da história e preciso de um pouco de paciência pra melhorar minha coordenação motora. Só então o jogo ficará divertido de novo.

Quando o enjoo passar pretendo voltar a jogar Portal. Preciso terminar.

:: iPhone

Como presente de aniversário eu me dei créditos na app store então comprei joguinhos novos!

- Cut the rope: Cara, eu fico brava porque sou ruim de lógica mas quando dou por mim já tô lá na mesma tela de novo.

- Fruit Ninja: Só vou parar de jogar quando passar o score de todos os meus amigos.

- Sonic 4: Tentei não criar expectativas mas sabe como é. Tô acostumando com os controles, não achei que ia ser tão ruim não ter o que apertar :/

- I Love Katamari: puta jogo difícil! Mas eu quero jogar Katamari há anos então tô tentando aprender e melhorar a coordenação motora! hahaha

Inclusive, se vocês quiserem me adicionar no Game Center é msn[arroba]marta[ponto]preuss[ponto]nom[ponto]br ;)

:: Gameboy Color

Eu revivi meu Gameboy Color porque queria muito jogar o Pokémon Yellow de raíz! hahaahha E na mesma loja onde desbloqueei o Wii tinha uma fita, então comprei, por R$10. Dá pra acreditar que tá R$50 no Mercado Livre?

É isso. Quando a gente joga muita coisa ao mesmo tempo não joga nada direito, né. Eu não jogo nada direito mesmo. Foi mais pra contar as novidades, principalmente com o Wii.