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	<title>Compulsive &#187; Comportamento</title>
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	<description>Viciada compulsivamente no dia-a-dia.</description>
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		<title>Onde foi que eu errei?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 17:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[gays]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualismo]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois que os pais param de cuidar da gente, depois que eles param de falar &#8220;Filho meu não faz isso!&#8221; e depois que vocês fazem as pazes, dado que seus hormônios não te controlam mais, você começa a ficar responsável por eles. De repente você virou uma-pessoa-adulta, faz as cruzadas no médio sem ajuda e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que os pais param de cuidar da gente, depois que eles param de falar &#8220;Filho meu não faz isso!&#8221; e depois que vocês fazem as pazes, dado que seus hormônios não te controlam mais, você começa a ficar responsável por eles.</p>
<p>De repente você virou uma-pessoa-adulta, faz as cruzadas no médio sem ajuda e tem opiniões próprias. Essas opiniões podem ou não ser como as dos seus pais.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2001" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://www.sxc.hu/photo/947393"><img class="size-large wp-image-2001" title="947393_23577882-600x393" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/05/947393_23577882-600x393-510x334.jpg" alt="" width="510" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Awwn eles são tão bonitinhos nessa fase!</p></div>
<p>Minha mãe é preconceituosa e julga as pessoas na rua. Fora a mania doida de perseguição que ela tem, onde &#8220;Desculpa, Rita, não podemos almoçar juntas hoje porque tenho uma reunião&#8221; significa &#8220;Tá vendo, eu cozinho mal porque ela não quis provar da minha comida.&#8221;. Toda coisa simples tem um outro sentido.</p>
<p>Meu pai também tem mania de perseguição, mas para combatê-la ele tranca minha casa inteira mais ou menos 16h com medo dos bandidos e para desespero da minha mãe, que ainda não jogou o lixo pra fora.</p>
<p>Mas hoje, no almoço, foi mais grave. Falávamos sobre educação e meu pai me fala</p>
<p>&#8211; O PT acha o MST bonito, faz aliança com guerrilheiros, homossexualismo&#8230;<br />
&#8211; Perai, pai, homossexualismo não é um problema, muito menos comparando com MST e tal.<br />
&#8211; É, mas não precisa incentivar, né!</p>
<p>&#8230;</p>
<p>O PT incentiva o homossexualismo? Agora que me toquei: permitindo que gays casem e sejam felizes?</p>
<p>Respondi:</p>
<p>&#8211; Pai, homossexualismo não se incentiva. Quem é, é e pronto. Não tem essa.</p>
<p>E mudamos de assunto.</p>
<p>Ainda estou assustada e mastigando isso. E meio triste. Eu admiro muito meu pai, é uma pessoa inteligente, responsável, trekker, nerd e me sustentou a vida toda, promovendo não só meu ensino como também minha cultura e raciocínio lógico e independente.</p>
<p>Mas a gente sempre fica meio triste quando alguém que a gente admira tanto tem uma opinião tão distorcida de coisas que, pra gente, são tão simples.<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Preconceito contra doenças/doentes mentais</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 20:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[remédios]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um tema abrangente. Doenças mentais vão desde autismo a depressão, passando por manha e outras coisas que nos confundem. Ninguém gosta de quem sai do padrão e ninguém gosta de gente doente, e doentes mentais são as duas cosias. Meu tio era deficiente mental. Ele tinha uma mente de cinco anos de idade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um tema abrangente. Doenças mentais vão desde autismo a depressão, passando por manha e outras coisas que nos confundem. Ninguém gosta de quem sai do padrão e ninguém gosta de gente doente, e doentes mentais são as duas cosias.</p>
<p>Meu tio era deficiente mental. Ele tinha uma mente de cinco anos de idade e a gente cuidava dele muito de perto, mesmo que ele se virasse sozinho para quase tudo. Casos como ele e os mais graves, que a gente vê na TV, ou os velhinhos com <em>alzheimer</em>, merecem, no mínimo, todo nosso respeito e amor. Todo nosso carinho, cuidados, remédios, transporte necessários.  São doentes e precisam de cuidados. Todo mundo sabe disso e, nesses casos, o respeito é óbvio e claro.</p>
<p>As outras doenças psicológicas, mais chamadas de <strong><em>transtornos</em></strong> por serem curáveis e passarem relativamente rápido em comparação a uma vida inteira, são muito mal julgados.</p>
<p><a href="http://www.adaptcreative.co.uk/2010/08/mental-disorder-posters/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1918" title="Poster - Depressão" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/04/depression-500x707.jpg" alt="" width="500" height="707" /></a></p>
<p>Antes de eu mesma entrar em depressão, mal entendia. Parecia frescura. Não parecia que a pessoa estava totalmente impossibilitada de fazer qualquer coisa que fosse.</p>
<p>Então aconteceu comigo: uma crise de <strong><em>depressão biológica</em></strong>. Como o nome sugere, minha depressão (ao que parece até agora) é de causas puramente químicas. Eu tinha pré-disposição genética e uma homeopatia floral (eu não acredito muito em homeopatia mas depois de tomar conhecimento de uns milagres, deixa, vai) desencadeou a danada.</p>
<p>A cura? Remédios. Simples assim. Eu sei lidar com a minha vida, traçar meu caminho, conseguir minhas coisas, mas fico triste porque a química do meu cérebro está errada. <strong>Ter vontade de morrer/se matar não é normal</strong>, e toda pessoa que passa por isso necessita de ajuda médica séria.</p>
<p>Uma coisa curiosa é que, enquanto crises que me faziam chorar o dia todo, sair do trabalho, xingar muito no twitter e ficar dias sem pentear os cabelos aconteciam, muitas pessoas que eu <em>nunca</em> esperei que fizessem tratamento surgiram contando sobre seus terapeutas. Foi assim, inclusive, que achei a minha. Me recomendaram a <a href="http://www.abps.com.br/">ABPS</a>, que faz uma triagem com os pacientes, e achei uma psicóloga que me fez muito bem (e me recomendou livros ótimos!).</p>
<p>Mas achei estranho que tanta gente passasse por algo tão delicado e não contasse. Em alguns casos, entendo que tudo que a gente mais quer é não ser tratado como coitado, que quer sair do buraco e quando as pessoas sabem, acabam ficando com dó e só pioram tudo querendo ajudar. E o preconceito: mesmo que estejamos em pleno 2011, declarar abertamente que toma remédios como Prozac e Rivotril (faixa preta) é ser alvo de chacotas.</p>
<p><em>Peralá</em>, pessoal: você acha que eu tomo um remédio desses porque eu curto? Você acha que um médico olhou pra mim, pensou &#8220;Ah, você tomou café demais hoje, vai.&#8221; e me deu duas receitas (porque é remédio controlado, uma receita fica com a farmácia), correu o risco de me viciar em algo como Rivotril porque tinha outra opção?</p>
<p>Outro dia chegaram a comparar tais remédios com drogas ilícitas como maconha. Sabe, você fuma maconha porque quer. Não tem uma só pessoa viva que tome antidepressivos porque acha maneiro contar para as pessoas que é doente. Porque se fosse só isso, elas não teriam a receita de qualquer forma.</p>
<p>Doenças não precisam de preconceitos. Precisam de esclarecimento. Precisamos falar sobre elas e explicar aos desavisados que é uma fase muito mais difícil e chata do que parece. E que &#8220;aquela louca da fulana que toma Prozac&#8221; precisa disso para não se matar.</p>
<p><strong>Leitura complemetar:</strong> <a href="http://filosofiacronica.blogspot.com/2011/04/um-apelo-parem-de-falar-mal-de.html">Um apelo: parem de falar mal de psiquiatras e remédios psiquiátricos</a>.</p>
<p><strong>Trivia: </strong>Você sabia que o eletrochoque é utilizado desde 1930 até hoje? O procedimento é realizado com anestesia geral e é completamente seguro, utilizado no tratamento da depressão severa, esquizofrenia, entre outros.  (mas eu confesso que é um dos meus pavores).  Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletrochoque">wikipedia</a> (então pode ser mentira, né?)<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Minha geração e o mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 02:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Procurei formas para começar esse texto e vamos combinar uma coisa: onde digo &#8220;minha geração&#8221; e &#8220;eu&#8221; me refiro a pessoas que nasceram no final dos anos de 1980 e começo de 1990, que têm acesso à internet e ao computador desde a infância e, principalmente, que são o mínimo de criativos e responsáveis. Chamam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procurei formas para começar esse texto e vamos combinar uma coisa: onde digo &#8220;minha geração&#8221; e &#8220;eu&#8221; me refiro a pessoas que nasceram no final dos anos de 1980 e começo de 1990, que têm acesso à internet e ao computador desde a infância e, principalmente, que são o mínimo de criativos e responsáveis. Chamam isso de &#8220;Geração 2.0&#8243;. Sei lá.</p>
<p>O fato é que eu sempre tive problemas para me explicar aos meus pais porque, na época deles, um emprego era para a vida toda: você começava limpando chão e ia crescendo de cargo, enquanto hoje em dia você se forma em ser chefe e manda em pessoas que nunca viu na vida.</p>
<p>Ainda mais para nós, formados em Publicidade, Webdeveloper, Comunicação, Programação, essas coisas perenes, o mercado é assim: quem fica mais de 2 anos em uma agência, é acomodado. Na verdade a gente fica entediado das coisas tão rápido que nem aguenta ficar muito tempo em um lugar só.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="hhttp://love-luck-kisses-cake.blogspot.com/2011/03/back-to-work.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-1912" title="work" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/04/work.gif" alt="" width="670" height="447" /></a></p>
<p>O Fantástico também é televisão para o passado, parece. Claro que eu entendo que há pessoas que realmente não sabem se comportar em um emprego. Não sei o que acontece com as pessoas mas muitas não têm o básico da educação, tudo bem, a gente entende. Mas teve coisas na <a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1657127-15605,00-MAX+GEHRINGER+ACOMPANHA+OS+PRIMEIROS+PASSOS+DOS+RECEMFORMADOS+NO+TRABALHO.html">reportagem de hoje</a> que me deixaram indignada.</p>
<p>As lições, as dicas dadas na reportagem foram:</p>
<ul>
<li><strong>Tente se parecer com a empresa.</strong> Eu concordo em termos: é mais fácil se adequar a um novo grupo social quando você o imita. É só notar as pessoas ao redor e fazer parecido. Pessoalmente, eu faço isso meio por instinto. Às vezes, você também. Ele fala também sobre cumprimentar as pessoas: eu tenho preguiça. Me apresento se o RH me levar e quase nunca dou beijo um-por-um. Sinceramente, eu também não curto muito, mas retribuo se me dão beijo de bom dia. Falar bom dia, sempre: é educação. Desde o porteiro até o diretor, todos que passam por mim recebem bom dia.</li>
<li><strong>A roupa também não deve dissoar.</strong> Concordo também. Muitos amigos programadores vão de social à agência, onde não é necessário tanto garbo e elegância. Algumas mulheres exageram nas roupas curtas (!) e maquiagem, parecendo que vão para a balada, não para o trabalho. Minha regra pessoal é simples: em agência de publicidade, só quem vê o cliente precisa estar bonito. O restante precisa estar confortável. Mas, né, não saindo do padrão de aceitável, tanto faz. Homem de social é sempre bonito. Mulher de Lady Gaga é sempre chocante. A <a href="http://twitter.com/paty_o_O">Patrícia</a> costuma dizer que as roupas sociais dela refletem que ela está em um cargo de gerência, e mais uma vez eu concordo. Nada de decotes demais, curtos demais, saltos altos demais.</li>
<li><strong>Falar apenas o necessário com o chefe e não ficar reclamando pelos cantos</strong>. Acho que a pior coisa de ser novo é quando o trabalho demora pra chegar. As pessoas sabem que você está lá. Ofereça ajuda, mas se ninguém precisar, fique na sua. Os tickets vão chegar. Em quantidades absurdas.</li>
<li><strong>Pontualidade.</strong> Em agência de publicidade isso dificilmente é problema, mas se eu fosse chefe, jamais toleraria atrasos. Isso é falta de educação.</li>
<li><strong>Decepção no teste de flexibilidade: a técnica se recusou a trabalhar no sábado. </strong>(nessa hora eu urrei no sofá). Tá no contrato que vai precisar trabalhar de sábado? Vai receber adicional pelo fim-de-semana? Precisa mesmo ou é teste pra ver se o otário novo é uma besta que pode trabalhar e deixar a própria vida pra lá? NINGUÉM tem de ir de fim-de-semana pro trabalho se o contrato não exige isso, não importa se é a primeira ou última semana. E acho que a menina fez é muito bem: assim acostuma os chefes que nela, eles não podem montar. Ninguém tem de se matar pela carreira porra nenhuma. A vida é mais importante e o trabalho deveria ser um terço da sua vida. Vão roubar minha posição? Que peguem uma posição de escravo!</li>
<li><strong>Falta de sugestão.</strong> &#8220;Você nem deveria esperar&#8221;. Ué, mas no começo não era para ficar na sua? Isso depende do clima. Eu falaria porque eu sou bocuda, mas não condeno o rapaz.</li>
<li><strong>Manter a humildade. </strong>Totalmente correto. Nada pior que uma pessoa que chega tipo &#8220;sou-foda&#8221; na primeira semana. Se você for foda, as pessoas vão ver e te reconhecer sem que você precise dizer isso.</li>
</ul>
<p>O que eu acho que são boas práticas quando você começa ou por toda sua vida em um emprego:</p>
<ol>
<li>Não feda. Sério, não tem nada pior que trabalhar com gente cheirando a suor, com bafo ou fedendo a cigarro. Balas e desodorantes existem por algum motivo.</li>
<li>Não fale mal das pessoas umas para as outras. Você nunca sabe quem é amigo de quem. Se é algo que atrapalha seu trabalho, fale com a pessoa, diretamente. Senão, guarde para você. (ou xingue muito no twitter, se ninguém tá vendo, como eu fazia com o machista :P )</li>
<li>Reclame, sim, dos procedimentos se você tiver alguma sugestão melhor. E ênfase na sugestão e não no problema.</li>
<li>Seja sincero e honesto, principalmente quanto às suas capacidades.</li>
<li>Faça perguntas quando não souber o que fazer mas saiba tomar pequenas decisões sozinho.</li>
<li>Não espere acabar a faculdade para procurar emprego. O jeito mais fácil de começar uma profissão é por estágio.</li>
<li>Não seja um <em>jerk</em>, um idiota, um pé no saco, uma pessoa que se baseia na &#8220;sinceridade&#8221; para ser um escroto e indelicado. Respeite as outras pessoas e seja educado. &#8220;Se não tiver algo de bom pra dizer, não diga nada&#8221;. Se vai criticar sem ter sugestão melhor, pense na sugestão antes de abrir a boca.</li>
</ol>
<p>Acho que reportagens como essa só deixam as pessoas com medo de tentar. Como no livro <strong>Admirável Mundo Novo</strong>, a sociedade é dividida em &#8220;castas&#8221; e as mais baixas são felizes assim e nunca querem subir porque as superiores têm responsabilidades demais, as quais elas não dariam conta. Tudo mentira, gente. Você só precisa ser uma pessoa responsável e ter um caráter decente. Educação básica, ser gentil. Pronto.<strong>Similar Posts:</strong>
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</ul>
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		<title>Bullying e nosso crescimento interpessoal</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/1883/bullying-e-nosso-crescimento-interpessoal/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 22:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu estou oficialmente de férias e isso me afastou um tanto da internet. Não pelas férias, mas pelo Quando Nietzsche Chorou, que tem atraído muito da minha atenção e reflexão. Então até me perguntaram sobre o Zangief Kid no meu formspring e eu, por fora, não soube responder apropriadamente. Não é difícil conhecer um meme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estou oficialmente de férias e isso me afastou um tanto da internet. Não pelas férias, mas pelo <em>Quando Nietzsche Chorou</em>, que tem atraído muito da minha atenção e reflexão. Então até me <a href="http://www.formspring.me/mpreuss/q/171265719877532107">perguntaram sobre o Zangief Kid</a> no meu formspring e eu, por fora, não soube responder apropriadamente.</p>
<p>Não é difícil conhecer um <em>meme</em> ou novidade na internet e nem é preciso perguntar: as pessoas vão falar, os links estão aí e se tudo mais faltar, basta uma pesquisa rápida para se inteirar no assunto. Fiquei com preguiça, mas ele veio até mim: o <a href="http://www.umpassinhoafrente.com.br/2011/03/20/entrevista-casey-heynes-zangief-kid">post do Eden sobre o Zangief Kid</a> explica tudo que eu precisava saber pra comentar.</p>
<p>Assim como muitos de vocês, eu também sofri bullying na escola. Eu era loirinha, com cara de boba, toda vermelhinha e quase gordinha. Além disso, tinha uma mania irritante de andar perto dos adultos e professores e de querer ser a melhor da classe. Mandona e sabe-tudo. Eu também andava com as pessoas mais oprimidas, mais chatas, mais tristes e solitárias, por solidariedade.</p>
<p>Com três anos um menino me batia todos os dias na escolinha. Um dia peguei a mão dele antes de me acertar o tapa e disse: &#8220;É só carinho!&#8221;. Ele ficou sem ação. As professoras, também.</p>
<p>Aos doze, ganhei o troféu de menina mais feia da sala. Éramos vinte alunos e eu devia ser mesmo a menina mais feia da escola. Um adulto, certa vez, me disse que isso poderia ser implicância porque eu andava com os adultos e era queridinha dos professores. Outro adulto me fez admitir que isso é brincadeira. Meus sentimentos quanto a isso são confusos porque com doze anos eu era só uma criança e essas coisas não eram sérias para mim.</p>
<p>As coisas começaram a ficar sérias com quatorze. Uns gostavam de outros que gostavam de terceiros e nenhum amor era correspondido. Estranho, pensando agora: isso fez mal para todos nós. Meus colegas, na altura da oitava série, ridicularizavam as séries anteriores, como se eles não tivessem passado por elas poucos anos antes. Eu as acompanhava e era ridicularizada também.</p>
<p>No colégio, claro, foi pior. Eu era filha de funcionária, namorada do menino mais detestável, inteligente e intrusa. Tinha poucos colegas. Não sobrou nenhum amigo daquela escola, por escolha minha ou deles, não sei, mas éramos diferentes de qualquer forma.</p>
<p>Um senhor uma vez me disse que talvez por isso eu estivesse deprimida: porque hoje sentia falta de coisas que não pude aprender antes, por andar muito com os adultos e pouco com as crianças.</p>
<p>Pode ser: a melhor coisa de passar dos vinte é que você não precisa mais viver com pessoas da sua idade. Desde cedo meus professores sabem que sou madura demais pra isso – e por favor, não pensem que me orgulho: não se encaixar na sua idade é mais um castigo que uma bênção. Rápida demais pra minha série. Mas já passou. E agora, depois dos vinte, tenho amigos de todas as idades e adoro todos: tanto os mais novos quanto os mais velhos. Se livrar desse fardo de ter idade fixa, série fixa, foi uma das poucas coisas boas de ser adulto.</p>
<p>O que isso tem a ver com bullying e o caso do <em>Zangief Kid</em>? Bem, vocês notaram como eu sempre fui passiva e, diferente do novo herói mundial, nunca reagi a provocações – não com violência física. No máximo, quando comecei a trabalhar e notei que estavam me menosprezando por ser mulher, aprendi a responder como se deve e provar meu próprio valor. Mas não bater. Não devolver na mesma moeda, descer ao mesmo nível.</p>
<p>Zangief Kid foi aclamado por ter tido coragem de fazer o que muitos de nós queríamos ter feito quando éramos crianças. Mas, se de fato tivéssemos feito, teria sido melhor? Essa criança vai crescer achando que jogar uma pessoa que lhe provoca na calçada resolve todos os problemas?</p>
<p>Por outro lado, se ele aguardasse, guardando a mágoa e sendo tão adulto assim quanto eu espero, não cresceria para ser um distribuidor de <em>blocks</em> acuado mas se passando por inocente, o dia todo atormentado por pequenas e grandes enchessões de saco em uma rede social qualquer? Teria ficado deprimido e reprimido? Estaria procurando seu lugar no mundo enquanto outros bilhões dormem tranquilamente depois de ter deixado a bandeja na mesa para a tia da limpeza ter algo para fazer?</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1886" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/03/bullying-volcano.png"><img class="size-full wp-image-1886 " title="Divulgação" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/03/bullying-volcano-e1300659717217.png" alt="" width="600" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Em Star Trek, Spock sofre de bulliyng em sua escola em Volcano por ser meio-humano</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sei. O bullying sempre existiu e se existia em Volcano, uma sociedade tão avançada e controladora das próprias emoções, não tenho esperanças que deixe de existir com a nossa evolução como seres humanos. &#8220;Os animais brincam de brigar&#8221;, me disse o senhor naquela tarde tão esclarecedora, &#8220;para conhecer sua força e seus limites. Quando pode atacar e principalmente quando têm de recuar&#8221;. O bullying é uma forma de desenvolver nossas habilidades sociais. Uma forma errada, uma forma que eu discordo plenamente, apesar de já ter praticado, também. Os nerds que zoam os populares. Já aconteceu.</p>
<p>O fato é que temos uma dificuldade estarrecedora de nos relacionarmos com outros seres humanos. É a nova prova do século. A internet ajuda ou piora? Com a internet, selecionamos nossos amigos de acordo com nossos interesses e bloqueamos, excluímos quem nos trariam alguma dificuldade para evoluírmos interpessoalmente. Como serão as pessoas quando não for mais necessário lutar por si próprio?</p>
<p>Esse é o primeiro de &#8220;pequenos&#8221; posts reflexivos que tenho escrito no iPhone desde o começo da leitura de Quando Nietzsche Chorou. Nenhum deles têm um final conclusivo e todos eles são cheios de perguntas, para que possamos pensar em suas respostas. Pensar sozinha não traz solução.<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>A internet dá voltas</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/1764/a-internet-da-voltas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 02:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
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		<category><![CDATA[meme]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra que, entre final de dezembro e começo de janeiro desse ano, houve um site chamado threewords.me? É, eu sei que faz um tempão, mas procure se lembrar. Foi uma febre. A ideia é anônimos postarem três palavras que lembram você. Algumas das minhas favoritas: Anonymous said you are hipster, trekker, and appletard Anonymous said [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra que, entre final de dezembro e começo de janeiro desse ano, houve um site chamado <a href="http://threewords.me/">threewords.me</a>?</p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="threewords.png" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/01/threewords.png" border="0" alt="threewords.png" width="500" height="239" /></p>
<p>É, eu sei que faz um tempão, mas procure se lembrar. Foi uma febre. A ideia é anônimos postarem três palavras que lembram você.</p>
<p>Algumas das <a href="http://threewords.me/mapreuss">minhas favoritas</a>:</p>
<ul>
<li>Anonymous said you are hipster, trekker, and appletard</li>
<li>Anonymous said you are Mulher, Intensa, and Sincera</li>
<li>Anonymous said you are Forte, Guerreira, and Corajosa</li>
<li>Anonymous said you are maravilhosa, ruiva, and trekker</li>
</ul>
<p>Delicinha de massagem no ego. Agradeço ^_^</p>
<p>O site apareceu, cresceu e desapareceu tão rápido quanto uma chuva de verão. O pessoal que estava viajando, nem viu. Mesmo com a conexão com o Facebook e os óbvios &#8220;Quero brincar também!&#8221; no twitter, a febre foi passageira.</p>
<p>Uma vez comentaram sobre o Formspring (que também depende que outras pessoas comentem no seu perfil). Disseram que é muito legal quando você pode responder, mas fazer perguntas é algo que cansa logo. Falar três palavras sobre alguém, também. Além disso, é difícil falar três palavras sobre alguém que você não conhece muito bem. Ou um pouco sobre o esteriótipo.</p>
<p>Por outro lado, há memes da internet que nunca, nunca nos abandonam.</p>
<p>Isso foi postado HOJE no meu Facebook, como se fosse a piada mais nova da internet:</p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px initial initial;" title="cachorro-manero.jpg" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2011/01/cachorro-manero.jpg" border="0" alt="cachorro-manero.jpg" width="500" height="351" /></p>
<p>Tipo&#8230; sério? De acordo com o <a href="http://knowyourmeme.com/memes/cool-dog">Know Your Meme</a>, isso é de novembro de 2008!</p>
<p>É claro que não é de todo ruim que a internet &#8211; e a vida &#8211; seja cíclica. Há sempre uma segunda-chance (e terceira e quarta e assim consecutivamente por dois, três, infinitos anos) para conhecer o que se perdeu. E se perde muita coisa. É conteúdo demais para se assimilar de uma vez só.</p>
<p>Tanto que eu assisto séries de ficção científica dos anos 60/70 por algum motivo, né.</p>
<p>Mas é bizarro como algumas febres passam e outras não. Qual meme ou serviço lhe faz falta? Qual você queria que já tivesse morrido?</p>
<p>Bom, esperemos que o Cool Dog apareça no Fantástico no fim do ano&#8230;</p>
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		<title>E é sobre a Tê Vê</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/1439/e-e-sobre-a-te-ve/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 03:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação de mão única]]></category>
		<category><![CDATA[dia sem globo]]></category>
		<category><![CDATA[globo]]></category>
		<category><![CDATA[internet é mais confiável de tv se você tem mais de dois neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Sério gente que vocês ainda vêem TV? Que mais, vocês compram a Folha/Estadão aos domingos e a sua mulher compra Nova/Manequim e sua filha compra Capricho/Gloss e a tiazona compra TiTiTi e o pai de família compra, sei lá, Época/Exame/Veja e o filho nerd compra SuperInteressante/Info? Sério que vocês guiam TANTO a vida de vocês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sério gente que vocês ainda vêem TV? Que mais, vocês compram a Folha/Estadão aos domingos e a sua mulher compra Nova/Manequim e sua filha compra Capricho/Gloss e a tiazona compra TiTiTi e o pai de família compra, sei lá, Época/Exame/Veja e o filho nerd compra SuperInteressante/Info?</p>
<p>Sério que vocês guiam TANTO a vida de vocês nessas mídias de mão-única a ponto de precisarem fazer um <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23diasemglobo">dia-de-não-assistir-globo</a> (e eu já falei que <a href="http://blog.marta.preuss.nom.br/1336/junte-seu-dia-sem-carne-com-a-hora-do-planeta-e-me-deixe-em-paz/">dia-de-qualquer-coisa é idiota e inútil</a>), dizer que &#8220;A Globo é melhor que a Record&#8221;, que o Dunga isso ou aquilo?</p>
<p>Se isso importa tanto pra você ao ponto de você se dar ao trabalho de fazer o <strong>sacrifício</strong> de ficar <strong>uma sexta-feira</strong> sem ver televisão você é muito, muito estranho pra mim. (ou seja: um babaca.)</p>
<p>Vai ver que é porque eu sou da classe média, geração Y, conectada, fiz faculdade de Comunicação Social e sou pseudo-intelecutal o bastante pra pouco me foder com qualquer informação de mão-única (que eu não posso participar de volta. Tudo explicadinho, se quiser eu desenho ou faço um <em>reality show</em>.)</p>
<p>Não é que eu não assista TV ou não leia as revistas que eu falei. Mas não é isso que determina, diretamente, quem eu sou (pelo menos eu não acho). Eu sou muito mais o reflexo dos meus feeds e dos meus seguidos do twitter do que da TV ou das revistas que leio (nem vou adicionar rádio porque quase não ouvi mais rádio depois do iPod, tirando quando, sei lá, é domingo de manhã e minha mãe está fazendo o almoço e a gente ouve o horóscopo e adivinha: mudanças para a sagitariana aqui, uma vida maravilhosa e tranquila pro aquariano do meu pai e uma vida de merda pras piscianas mãe e irmã)</p>
<p>Mas como que as pessoas&#8230;</p>
<ul>
<li>Primeiro: vêem algo na TV/Revista/Rádio e não comentam com praticamente ninguém e o autor daquilo nunca vai ficar sabendo das opiniões das pessoas? A informação não é fermentada, não cresce, não ganha forma, é uma escultura pronta.</li>
<li>Segundo: engolem qualquer coisa que esses meios passam? (acho fantástico quando algum portal grande, sério e cheio de credibilidade leva <a href="http://sensacionalista.virgula.uol.com.br/">O Sensacionalista</a> à sério e se fode).</li>
<li>E terceiro: acham que vão fazer qualquer merda de diferença <strong>xingando muito no twitter</strong>, sendo que o difusor da informação nem sabe da existência deles?</li>
</ul>
<p>Sério, se você se acha o Che Guevara porque vai ficar uma sexta-feira sem ver televisão pode me aclamar como Deusa. Obrigada, obrigada.</p>
<p>Comunicação de via-única é feita para entretenimento e no máximo noticiário &#8211; quando é sério, mas a gente sabe que é manipulado então nem isso. Na internet qualquer um pode gerar conteúdo, mas <strong>qualquer um pode contestar</strong>, e por isso acabo acreditando mais nela do que na TV.</p>
<p>Faça o que quiser, mas não venha encher o meu saco: ficar um dia sem ver a maior rede de TV da América Latina (me corrigam se eu estiver errada) não vai mudar o mundo em NADA. O que vai mudar o mundo é a consciência de tratar bem as informações que você recebe. Passe sua sexta-feira pensando nisso e ganhe mais.<strong>Similar Posts:</strong>
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</ul>
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		<title>Coisas que me dão vontade de seguir em frente</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[fort minor]]></category>
		<category><![CDATA[linkin park]]></category>
		<category><![CDATA[mike shinoda]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[shane dawson]]></category>
		<category><![CDATA[vá em frente]]></category>

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		<description><![CDATA[(esse post é só porque eu instalei o wordpress 3.0 e queria escrever alguma coisa) Tem gente na internet que é um saco. Reclama de tudo: dos hypes, dos olds, dos freetards, dos macfags, dos ballmerfags, dos que jogam, dos newbies, do que faz sucesso e assim por diante. Todo dia a gente convive com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(esse post é só porque eu instalei o wordpress 3.0 e queria escrever alguma coisa)</em></p>
<p>Tem gente na internet que é um saco. Reclama de tudo: dos hypes, dos olds, dos freetards, dos macfags, dos ballmerfags, dos que jogam, dos newbies, do que faz sucesso e assim por diante. Todo dia a gente convive com esses seres escrotos, que podem tanto ser escrotos como também estar num dia escroto &#8211; coisa que vira e mexe acontece comigo.</p>
<p>Mas tem gente na internet que faz um ótimo trabalho. E essas pessoas são realmente motivadoras.</p>
<p>Vocês conhecem o Shane Dawson? Ele faz vídeos pro You Tube. <a href="http://web.me.com/shanedawsontvinc/Site/home.html">Chequem o site dele</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9Lg4WM1U3hc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/9Lg4WM1U3hc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Esse vídeo é sobre a história dele no you tube, quando ele fez cinco anos de conta. Ele conta que ele, a mãe, o irmão e algumas pessoas perderam o emprego por causa de um vídeo que ele fez. Ele teve pensamentos suicidas e etc mas resolveu investir em vídeos do you tube. Fazer um por semana e dane-se. Shane Dawson é um dos vlogers mais conhecidos lá fora.</p>
<p>(Eu tenho coisas pra falar sobre a vlogosfera nacional mas está fermentando ainda).</p>
<p>Ou seja: o cara lutou contra ele mesmo e com seu esforço e qualidade de vídeos, conseguiu o que queria. Fez o dele. Foi em frente. Falou &#8220;Façam seus vídeos também, não deixem as coisas te abalarem&#8221;.</p>
<p>Na verdade o que me motivou a fazer esse post foi o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CCJGbijrGYg&amp;feature=youtu.be&amp;a">PC Siqueira falando que começou a fazer os vídeos dele para superar a vergonha da vesguice</a>. É, eu não gostava dele no começo, mas aos poucos fui entendendo que não era piada: ele é desse jeito mesmo. Acho legal quando as pessoas tocam um foda-se, assumem que não são de papel nem de RGB e assumem suas falhas físicas. Não é algo tão fácil de fazer quanto parece.</p>
<p style="text-align: center;">~ * ~</p>
<p>Outro que me empurra sem saber é, bem, Mike Shinoda. O rapper do Linkin Park fez um trabalho em separado com uma banda chamada Fort Minor em 2005, com o album The Rising Tied. Ele é praticamente a alma do Mike e tem algumas frases bacanas:</p>
<blockquote><p>If you don&#8217;t want to<br />
Then you don&#8217;t have to<br />
Believe me<br />
But I<br />
Won&#8217;t be there when you go down<br />
Just so you know now<br />
You&#8217;re on your own now<br />
Believe me</p></blockquote>
<p>Da música que estourou, <strong>Believe Me</strong>. (a outra música que estourou foi Where&#8217;d you go, mas eu nem escuto muito de tão triste que é).</p>
<blockquote><p>These days are dark and the nights are cold<br />
People acting like they lost their soul<br />
And everybody&#8217;s trying not to cry<br />
trying to get by<br />
And trying not to feel out of control</p></blockquote>
<p>De <strong>Feel Like Home</strong>. Pela verdade. Porque quando eu ouço eu lembro que não sou só eu que me sinto assim e isso me acalma.</p>
<p>A letra inteira de <strong>Get me Gone</strong> é pra falar mal do produtor que queria que ele só tocasse os teclados no Linkin Park em vez de fazer o rap. Imagina o Linkin Park sem o rap? Ia ser pela metade, não ia ser Linkin Park. E eles bateram o pé e disseram &#8220;Mas você já assinou que esse é o nosso som&#8221;, fizeram as faixas e foi isso aí.</p>
<p>E aí <strong>The High Road</strong> tem uma das coisas que eu mais gosto de cantar:</p>
<blockquote><p>You can say what you have to say<br />
&#8216;Cause my mind&#8217;s made up anyway<br />
All that bullshit you talk might work a lot<br />
But it&#8217;s not gonna work today</p></blockquote>
<p>Precisa dizer mais alguma coisa?</p>
<p>Ele tem outras músicas muito mais tristes, como Kenji que conta como foi ser japonês na Segunda Guerra nos Estados Unidos e algumas que falam sobre solidão, saudade, etc. Mas é bem legal ver esse album do Mike, que é meio o que seria um &#8220;canal 2 do you tube&#8221;.</p>
<p>Enfim, era pra ser um post motivacional. Essas coisas dão força, um abraço em forma de imagem e som. O que funciona pra você?<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Vou te dar um gato de presente pra você cuidar da vida dele, não da minha</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/1401/vou-te-dar-um-gato-de-presente-pra-voce-cuidar-da-vida-dele-nao-da-minha/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 22:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Chororô]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre fui muito, digamos, idiota. De olhar pra trás e perceber, anos depois, como eu era cega, como eu machuquei alguém sem notar, como eu exagerei a toa, como eu fui criança. Quando eu estava na quinta série (hoje em dia seria sexto ano) com meus 11 anos, eu era mais criança que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre fui muito, digamos, idiota. De olhar pra trás e perceber, anos depois, como eu era cega, como eu machuquei alguém sem notar, como eu exagerei a toa, como eu fui criança.</p>
<p>Quando eu estava na quinta série (hoje em dia seria sexto ano) com meus 11 anos, eu era mais criança que a maioria das meninas (sempre fui). Daí eu achava um menino muito bonitinho (era completamente apaixonada por ele) e ele era amigo de uma amiga. Ela me apresentou pra ele e disse que eu gostava dele. Eu fiquei (mais) vermelha (que uma lata de coca-cola) e <strong>saí correndo pela escola</strong>. Nunca conversei com o menino. Se eu tivesse só mantido a calma (apesar do rosto queimando) e falado oi, talvez meu primeiro beijo tivesse sido uns três anos antes do que aconteceu.</p>
<p>Passei da faculdade aprendendo a ser eu mesma, cuidar da minha vida, lalala, mimimi. Seja-você-mesma, sabe como é, desenho da Disney ensinando a ter uma personalidade dentro dos padrões da normalidade &#8211; coisa que eu tento nem ouvir. O problema é que<strong> ninguém cuida da própria vida</strong> e acha que pode dar pitaco na vida (e na normalidade) dos outros.</p>
<p>Exemplo bobo e <strong>não real</strong>: se eu falar que tô numa fase que gostaria de catar meninas, pronto, a Marta é lésbica. Porque pra eu virar homem, só falta isso mesmo. Quem manda não gostar de salto e batom, não é mesmo?</p>
<p>Se eu fosse mesmo e ninguém me enchesse, beleza. Mas não. As pessoas têm de cuidar da vida das outras. Falar &#8220;ô Martinha, poxa! Essa conversa tá esquisita aí!&#8221; e se afastar devagarinho tipo &#8220;vou ali do outro lado onde só tem pessoas normais&#8221;.</p>
<p>E aí as pessoas resolveram cuidar da<strong> minha </strong>vida com <strong>meus </strong>meninos que eu fico ou <strong>não</strong>, inventando coisas sem sentido enquanto eu estou longe o suficiente para não poder me defender.</p>
<p>Bonito, hein? Gente que inventa coisas e espalha boatos sem a idiotona aqui &#8211; que nem aproveitou nada pra tirar casquinha nenhuma &#8211; poder olhar pro céu e dizer &#8220;Por quê o mais zoado deles, meu Deus? Por quê eu?&#8221;.</p>
<p>Essa é a minha vida. Quinta-série <em>all over again</em>. Sou eu que deixo? Sou eu que tenho 11 anos ainda? Ou o mundo que esqueceu de crescer e olhar pro seu fucking próprio rabo em vez de ficar reparando no meu?<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Religião, hoje, por Marta Preuss</title>
		<link>http://blog.marta.preuss.nom.br/1380/religiao-hoje-por-marta-preuss/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofias vãs]]></category>
		<category><![CDATA[ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[deus]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Instruções para a leitura desse post: Ele é pessoal mas isso não tira seu direito de discordar, apenas faz com que eu não dê a mínima pro que você acha. Mas vou apagar comentários anônimos que discordarem. Seja homenzinho. Tudo que eu construí &#8211; e fui eu que construí &#8211; foi na base de muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Instruções para a leitura desse post:</p>
<ol>
<li>Ele é pessoal mas isso não tira seu direito de discordar, apenas faz com que eu não dê a mínima pro que você acha. Mas vou apagar comentários anônimos que discordarem. Seja homenzinho.</li>
<li>Tudo que eu construí &#8211; e fui <strong>eu</strong> que construí &#8211; foi na base de muita luta. Caminhei pra chegar até aqui. Por isso desrespeito não será tolerado.</li>
<li>Eu entendo se você gostar menos de mim depois disso.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p><a href="http://suco-de-uva.tumblr.com/post/377154235/damn-you-god-9gag-make-it-interesting"><img class="alignleft size-medium wp-image-1382" title="deusjerks" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2010/04/deusjerks-250x300.jpg" alt="" width="250" height="300" /></a>Uma vez meu pai disse uma coisa que não consegui esquecer:</p>
<blockquote><p>&#8220;Religião deveria ser um braço da filosofia. Não um estilo de vida&#8221;.</p></blockquote>
<p>Sempre que eu penso nisso, lembro da Igreja Católica, inquisição, &#8220;só o que eu digo é correto e se você não curte ou se eu achar que você não curte, não tem problema: você vai pra forca/fogueira, o que for mais dramático&#8221;.</p>
<p>Tão político. A Bíblia foi escrita e reescrita por homens (Deus não manda fax, amigos) para coordenar homens. &#8220;Seja bonzinho&#8221;, &#8220;Não peque senão vai pro inferno&#8221;, &#8220;Obedeça a mim, padre, porque eu sei mais que você&#8221;, etc. Um instrumento de dominação de massa.</p>
<p>Aí as pessoas falam pra mim &#8220;É verdade, a Igreja Católica já errou muito&#8230; mas é passado, né?&#8221;.</p>
<p>Alou, vocês seguem um livro de dois mil anos de idade.</p>
<p>Isso não faz o menor sentido pra mim.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Já fez sentido um dia. Eu procurei um sentido. Como alguém que quer tanto que a pessoa nova seja legal que se apaixona cegamente e nega os defeitos &#8211; mas não tem jeito: uma hora a ilusão dissipa e você se pergunta &#8220;O que estou fazendo aqui?&#8221;.</p>
<p>Daí eu disse &#8220;Malz aí, namorado evangélico [sim, do católico fui pro evangélico], mas eu acho que Deus não me fez pra ser um fantoche dele. Acho que ele me fez pra eu ser alguém, eu mesma&#8221;.</p>
<p>Minha ex-sogra falava &#8220;O pior não é quem se batiza: mas quem sai da igreja. Coisas horríveis acontecem&#8221;. Ahnm&#8230; É mesmo&#8230; ter a vida na própria mão é tenebroso: toda a culpa das coisas que dão errado é minha e sempre que eu preciso melhorar alguma coisa eu tenho que correr atrás dela porque ela não vai cair do céu.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Gosto muito de Nárnia. Porque Nárnia é um livro muito bonito, cheio de lições de moral valorosas como ser corajoso, ser bom, falar a verdade, ser nobre, ajudar as pessoas e outras coisas fofas que fazem a gente refletir nossa própria atitude e apesar de tudo isso, é só uma ficção inofensiva.</p>
<p>Deveria ser para fazer as pessoas melhores, certo? Sinceramente, acho que ser uma pessoa boa ou ruim não depende de uma seita religiosa. Depende de valores. E você aprende valores em qualquer lugar.</p>
<p><a href="http://www.wulffmorgenthaler.com/strip.aspx?id=eb3159f7-dd74-4e56-a50b-78959a4c83c4"><img class="aligncenter size-large wp-image-1381" title="striphandler.ashx" src="http://blog.marta.preuss.nom.br/wp-content/uploads/2010/04/striphandler.ashx_-475x164.gif" alt="" width="475" height="164" /></a></p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Quando tudo acabou eu achei que estivesse no mesmo lugar: sem religião nenhuma, sem saber no que acreditar, sem ver culto de nenhum tipo. Então eu entendi: não ter religião é uma escolha que me caiu bem. Eu pude juntar o pai-nosso daqui com os fantasminhas de lá e tô super feliz com isso.</p>
<p>Além da super vantagem de não perder meu tempo explicando isso pra ninguém. Diferente dos ateus da minha timeline do twitter que querem converter as outras pessoas. Isso dá exatamente na mesma, vocês estão fazendo exatamente a mesma coisa que os cristãos.</p>
<p>Não tente me convencer a ir pra religião nenhuma. Eu tenho meus doces favoritos, não importa o quanto você diga, eu odeio maria mole e suco de laranja.<strong>Similar Posts:</strong>
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		<title>Tempestade em dose de tequila</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 04:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Preuss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
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		<description><![CDATA[(imagina o desperdício!) Oi gente. Eu sei que faz uns dias que não posto aqui no Compulsive. Mas eu tive pelo menos duas grandes ressacas. Uma delas foi porque virei a noite trabalhando num fim-de-semana perdido. O Rafa fica bravo (nah, ele fica de saco cheio) porque eu fico de mimimi. Mas eu sou fraca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(imagina o desperdício!)</p>
<p>Oi gente. Eu sei que faz uns dias que não posto aqui no Compulsive. Mas eu tive pelo menos duas grandes ressacas.</p>
<p>Uma delas foi porque virei a noite trabalhando num fim-de-semana perdido. O <a href="http://twitter.com/rafasoares">Rafa</a> fica bravo (nah, ele fica de saco cheio) porque eu fico de mimimi. Mas eu sou fraca pra essas coisas. E não dou a mínima pras coisas que o Rafa fala. :)</p>
<p>E depois fazia muito tempo que eu não via o <a href="http://twitter.com/ldlucasdantas">Lucas</a> e a gente se empolgou nas bebidas e, bem&#8230; Aí foi uma ressaca de verdade. A pior da minha vida. Pior que todos os happy hours de trabalho, pior que todas as baladas, pior que o <a href="http://blog.caranguejometo.com.br/">Juca</a>. Foi horrível. Achei que fosse morrer.</p>
<p>Mas sobrevivi.</p>
<p>Nesse meio tempo eu tava aqui curtindo uma solidão gostosa como tomar banho gelado no inverno pela manhã e uma depressão tediosa como uma música do Biquini Cavadão. Uma música específica: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Dk9vvol2MuE">Domingo</a>. Não ouça se não quiser cortar os pulsos. Eu avisei.</p>
<p>Eu ouvi mais Biquini Cavadão do que Engenheiros do Hawaii essa semana.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Então eu achei que &#8220;namoro&#8221; era uma palavra forte demais sem notar que forte demais era a vodka pura quente na minha mão depois de uma 8.6 (cerveja holandesa com 7,9% de teor alcóolico). Daí eu achei que tinha de terminar aquilo. Não era certo, afinal, não era um namoro. E que tipo de gente termina um namoro e continua saindo todo fim-de-semana? As pessoas já comentavam.</p>
<p>Tudo bem, <em>not a big deal</em>, já estava assim há alguns meses. Solidão e tal. Procurar pessoas. Todas as pessoas ter algum dos três defeitos insuportáveis</p>
<ol>
<li>Ter namorada (mais comum)</li>
<li>Morar longe (menos comum)</li>
<li>Ter uma religião (eu vou escrever sobre isso de novo por aqui, aguardem. É que o post que eu tinha feito ficou um lixo.)</li>
</ol>
<p>E fazer de conta que <a href="http://blog.marta.preuss.nom.br/1366/desapego/">procurar pessoas não é importante, como já disse</a>. A mesma coisa de sempre. Tô nessa faz pelo menos uns 10 anos.</p>
<p>Então ele disse que tava confuso e eu achei estranho porque tava tudo muito claro pra mim. Fim, sabe como é.</p>
<p>Conversamos via google talk. Continuei na mesma. Conversamos pessoalmente e&#8230;</p>
<p>Deus, como era simples.</p>
<p>Como eu causei.</p>
<p>É de mulher? Tipo, sério, eu queria ser dessas que dão pra quem acham legal e fica tudo bem e elas não ligam nunca.</p>
<p>Eu ligo. Eu não consigo não ligar. Que bizarro. Eu achando que eu era sussa, mas eu sou mó&#8230; &#8230; desesperada por atenção ou algo assim.</p>
<p>E eu ligo pra opinião alheia. Cara, é tão difícil ser eu e ligar para opinião alheia ao mesmo tempo que eu vou ter de deixar fazer um dos dois. REFLITA.</p>
<p>Em algumas poucas horas fiquei assustada por descobrir coisas em mim que eu não tinha notado.</p>
<p>De volta aos cadernos para rascunhar os próximos passos.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p>Talvez esse post não tenha feito muito sentido, talvez eu tenha escrito mal, pela metade. O de religião vai ser bom. Garanto. Pelo menos eu vou saber do que estou falando. Hoje não, hoje foi só pra pensar. Esse é meu blog.<strong>Similar Posts:</strong>
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